Após as fases citadas no ítens anteriores – de idealização da entidade iniciada em 1999 por Luiz Murillo Tobias e Nicette Bruno, a criação do Espaço Mania Cultural com apoio de Sylvio Nunes e Ruy Pereira Leite, a instituição em 10 de outubro de 2000 no Teatro Sidnei Domingues e uma vasta atividade filantrópica já executada, em 31 de maio de 2001 a Fundação foi oficialmente registrada em cartório público;

Em 05 de novembro de 2001 foi inaugurada no Méier-RJ a primeira sede da FUNJOR – Fundação José Ricardo. Local em que foram desenvolvidas várias atividades e dado suporte para as ações sócio-culturais da instituição;

Em 13 de novembro de 2001 houve a comemoração do primeiro ano de instituição da Fundação, adiada de outubro, no Espaço Mania Cultural, Flamengo;

Em 22 de outubro de 2002 acontece o evento de segundo ano no Clube Ginástico Português no centro do Rio de Janeiro. É iniciada a série de homenagens a nomes de destaque no cenário cultural brasileiro. Nesta data há um grande reencontro entre Emilinha Borba e Marlene;

Em 06 de março de 2003, através de parceria com a SYD ADM, é colocado na internet o portal ´ARTSocial´ da FUNJOR que possibilita vários artistas terem divulgação de trabalho na grande rede;

Em 07 de maio de 2003, por iniciativa do conselheiro Agnaldo Timóteo, é inaugurado no centro (Cinelândia) do Rio de Janeiro o ´Núcleo ARTSocial´ para desenvolvimento de projetos e assessoria artística;

Em 13 de outubro de 2003, após três dias consecutivos de shows comemorativos especiais no Teatro Municipal de Niterói, a Fundação recebeu em evento na Sala Baden Powell seu primeiro reconhecimento do legislativo. Através do então vereador Luiz Guaraná a instituição recebeu uma Moção da Câmara Municipal do Rio de Janeiro pelo importante trabalho em prol da cultura no Rio de Janeiro;

Em 26 de janeiro de 2004, toma posse como presidente da FUNJOR – Fundação José Ricardo, o advogado e radialista Gerdal Renner dos Santos. Em parceria com o economista Armênio Cardoso trás novas propostas para o crescimento e fortalecimento da instituição;

Em 28 de julho de 2004, é sancionada pelo Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, o Sr. Cesar Maia, a Lei No. 3814 de autoria do Exmo. Sr. Vereador Luiz Guaraná que declara a Fundação de Utilidade Pública Municipal;

Em 09 de novembro de 2004, depois de luta da Fundação e parceria com a CCM em atos de defesa da rádio, o novo auditório da Rádio Nacional é aberto e a Fundação celebra seus 4 anos. Diversos artistas participam e são homenageados. Pela primeira vez, são concedidos títulos de membros Honorários/Beneméritos da Fundação e entregues as placas de porcelana da estrela FUNJOR criadas pela artista plástica Bete Conde;

Em 26 de novembro de 2004, é sancionada pela Governadora do Estado do Rio de Janeiro, a Sra. Rosinha Matheus a Lei No. 4464 de autoria do Exma. Sra. Deputada Cidinha Campos que declara a Fundação de Utilidade Pública Estadual;

Em 21 de fevereiro de 2005, é diplomado o novo Conselho Cultural da Fundação. Mais uma vez presidido pelo Sr. Iterbio Galiano Aldrighi;

Em janeiro de 2006, no Clube Ginástico Português, toma posse para o segundo mandato como presidente da FUNJOR o radialista Gerdal Renner dos Santos;

Em 14 de janeiro de 2008, assume a presidência da FUNJOR o Sr. Armênio Santiago Cardoso, ex-governador do Lions e membro de diversas academias de artes;

Em 19 de janeiro de 2010, o radialista Gerdal dos Santo assume seu terceiro mandato como presidente da FUNJOR no ano do décimo aniversário de instituição – comemorado em grande evento com a presença de vários artistas, fundadores e colaboradores da instituição;

Em 21 de dezembro de 2011,  após consulta e orientação da Provedoria de Fundações do RJ em que foram apresentadas as dificuldades de manutenção administrativa da entidade em contraponto ao interesse coletivo solidário, é agendada uma reunião do Conselho Diretor e Curador, presidido pela cantora Ellen de Lima. Os conselheiros decidem pela extinção da entidade por entenderem que a curto prazo seria difícil a manutenção da estrutura financeira/administrativa da entidade, o que poderia comprometer toda a credibilidade obtida através dos anos com a seriedade e qualidade do trabalho desenvolvido ao longo de 10 anos. Em 1 de janeiro de 2012, seguindo a decisão da Assembleia Geral, inicia-se o processo de encerramento de todos os compromissos da Fundação, com o encerramento das atividades no Núcleo Social do Centro, contratos, contas bancárias e o patrimônio restante transferido para a FAMAD.

Porém, a partir da pressão de várias pessoas beneficiadas pela Fundação, um grupo de antigos conselheiros da entidade decidiu criar uma associação para preservar a memória da entidade e não deixar toda aquela história de luta, com excelentes resultados, se perder no tempo. Dessa forma, no dia 10 de outubro de 2012, quando a Fundação completaria 12 anos, foi realizada uma reunião especial com a participação de 8 antigos membros da Fundação e decidiram criar a Associação dos Artistas e Amigos da Arte – Instituto FUNJOR que, de forma administrativa não onerosa, dinâmica e centrada nas mídias digitais, teria como objetivo principal manter vivo o trabalho realizado pela Fundação José Ricardo, desde o ano de 2000, desenvolvendo atividades pontuais de apoio a artistas e de preservação da memória artística brasileira. A Fundação José Ricardo, definitivamente, sai de cena para a entrada do INSTITUTO FUNJOR. 

Em 18 de outubro de 2013, é realizada a primeira Assembleia Geral da A.A.A.A – Instituto FUNJOR, após sua criação em 2012, com a presença de vários artistas e antigos colaboradores da Fundação José Ricardo. É criada uma nova marca e os associados presentes ratificam o advogado e radialista Gerdal dos Santos para presidente como forma de homenageá-lo pelo seu trabalho. Decide-se também que, sempre nos aniversários do Instituto,  em 10 de outubro, serão comemorados os anos da criação da antiga Fundação José Ricardo (2000).

O ano de 2015 marca os 15 anos da implantação oficial do trabalho institucional celebrada com uma série de show na R.S. Clube Ginástico Português, uma das principais entidades parceiras da instituição, com celebrações pelos 50 anos da Jovem Guarda e o lançamento do LP Eu que Amo Somente a Ti do patrono José Ricardo. A instituição também estará inserida nas comemorações pelos 450 anos da cidade do Rio, uma vez que o cantor José Ricardo gravou no LP oficial dos eventos de 400 anos, tornou-se nome de logradouro no Rio (Estrada José Ricardo, Gericinó) e a entidade presta importante serviço social para a cidade, tendo a antiga fundação sido considerada de utilidade pública municipal. A FUNJOR constou do calendário oficial de comemoração dos 450 anos da cidade do Rio de Janeiro com uma exposição artística fotográfica resgatada do Acervo do Clube Ginástico Português.

Entre 2015 e 2018, há o destaque para o projeto JOVENS TARDES FUNJOR que com a realização de 48 apresentações que apoiaram diversos músicos/artistas e lembrou de grandes nomes da MPB em homenagens.

Em 2016, destaca-se a curadoria do projeto FIM DE TARDE, em Niterói, e a participação ativa na celebração dos 80 anos da Rádio Nacional.

Em 2017, Gerdal dos Santos se aposenta, recebe o título honorário de “presidente de honra” do Instituto FUNJOR e Armênio Santiago Cardoso assume a entidade para mais 4 anos de gestão, ao lado de Luiz Murillo Tobias, como vice-presidente, e David Bizzo, como vice-administrativo e financeiro da entidade.

Em 2018, o Instituto FUNJOR firma um acordo com a Prefeitura do Rio, através do IRPH – Instituto Rio Patrimônio da Humanidade, para retomar o projeto das placas de Patrimônio Cultural Carioca, criando o “Circuito do Rádio”. Há uma mobilização com votação popular e o projeto continua no ano de 2019, quando a FUNJOR celebra o centenário de Linda Batista e Lygia Lessa Bastos. Além dos 90 anos de Gerdal dos Santos e Daisy Lúcidi. O ano é encerrado com uma apresentação da BANDA JR, projeto da FUNJOR para shows filantrópicos, no Réveillon do Rio e dando início as comemorações pelos 20 anos de todo esse trabalho sócio-cultural.

O ano de 2020 que deveria ser de grande festa e com muitas ações já agendadas, não se realizou. Começou com o falecimento do Membro Benemérito e que muito ajudou na trajetória da FUNJOR: o compositor e poeta Luiz Vieira. Veio a Pandemia mundial da COVID-19 e todas as ações foram canceladas. A entidade perdeu muitos associados. Inclusive, a idealizadora Nicette Bruno. Um ano que seria de festa foi marcado pela tristeza de milhares de vidas que se foram com a doença. Muitos artista passaram necessidade e a FUNJOR implementou o projeto ARTE EM QUARENTENA, ajudando com a divulgação de LIVES e envio de cestas básicas. Pela primeira vez, a Assembléia Geral é realizada (e instituída) por vídeo-conferência.

O ano de 2021 começou com a esperança da vacina e uma nova gestão na FUNJOR. O fundador Antonio Linhares assume a presidência do Instituto FUNJOR, tendo como vice a produtora cultural Eurídice Vieira e tesoureiro David Bizzo. Uma nova gestão no conselho da entidade e que marca uma nova era, onde a digitalização das ações e aproveitamento das tecnologias existentes consolidam um perfil de trabalho que já vinha sendo construído pelas gestões passadas.

#somosumasomadepessoas