
A FUNJOR,
dentro
do espírito de colaborar com outras instituições
filantrópicas, vem colaborando nos últimos anos com o
Banco da Providência através da participação
na Feira da Providência.

Em 2005, a Feira aconteceu ocorrendo de 30 de
novembro e 10 de dezembro no Riocentro (Barra da Tijuca-RJ). A FUNJOR
participou ajudando o Banco da Providência na distribuição
de convites e indicação de artistas para os palcos de
shows.

Em 2004, a Feira aconteceu de 01 e 05 de dezembro no Riocentro (Barra
da Tijuca-RJ). A FUNJOR participou ajudando o Banco da Providência
na distribuição de convites, com a participação
do Coral e de vários artistas nos palcos de shows.
No
ano de 2003, a Feira foi realizada em 5 dias, ocorrendo entre 03 e 07
de dezembro no Riocentro (Barra da Tijuca-RJ). O estande da FUNJOR foi
doado pelo Banco da Providência e serviu de suporte para vários
artistas, que se apresentavam no palco da Petrobrás, autografarem
seus CDs.
A coordenação musical foi de Haroldo Costa e passaram
pelo estande da FUNJOR: Jorge Simas, Rosa Marya Colin, Almir Bezerra(Ex-Fevers),
Leny Andrade, Sylvio César, Almir Saint-Clair, Carlinhos Verdade,
Agnaldo Timóteo, Getúlio Cortes, Mirinha e Bival, Os Fênix,
Dalmo Castelo, Paulinho Pereira, Carlos Evaney, Zédi, Lilian
Barrie, Fuzibossa, Billy Blanco, Lucy Ribeiro, Marcelo Miranda, Adil
Tiscatti, Suzy Quintella, Paulo Nunes, Luiz César (Quatro Azes
e um Coringa), Newton Soares, Majó, Orleans Marinho, Marília
Bevilacqua, Velha Guarda do Salgueiro, entre muitos outros.
PAVILHÃO 03 ESTANDE D-35
(ENTIDADES CULTURAIS)
 |
 |
 |
| Haroldo
Costa e Larissa(BP) |
Almir
Saint-Clair |
Animador
do Palco de Shows |
 |
 |
 |
| Silvio
César |
Carlos
Evaney |
Malabaristas
- Circo |
 |
 |
 |
| Leny
Andrade |
Exposição
de CDs |
Artista
Autografando CDs |
 |
 |
 |
| Getúlio
Cortes e Lilian Barrie |
Rosa
Marya Colin |
RAP |
 |
 |
 |
| Suzi
Quintela |
Voluntários
FUNJOR |
Coral
Infantil Internacional |
 |
 |
 |
| Zédi |
Hercy
Maria-Conselho FUNJOR |
Lilian
Barrie no Palco |
 |
 |
 |
| Voluntários
FUNJOR |
Dalmo
Castelo e Silvio César |
Haroldo,
Luiz Murillo e Larissa |
Abaixo
a agenda com a escala feita para os artistas da FUNJOR - Fundação
José Ricardo nos 4 dias da Feira da Providência que ocorreu
entre 05 e 08 de dezembro/2002 no Riocentro (Barra
da Tijuca - RJ).
PAVILHÃO 01 ESTANDE N
(ENTIDADES SOCIAIS E CULTURAIS)
|
HORA
|
Dia
5 (Quinta)
|
Dia
6 (Sexta)
|
Dia
7 (Sábado)
|
Dia
8 (Domingo)
|
|
12:00
às 13:00
|
GUILHERME
CORREA
(CD DA PEÇA VIOLETAS NA JANELA)
|
ARTUR
RODRIGUES
(ESCRITOR) |
AACN
- ASSOCIAÇÃO DE APOIO CRIANÇA COM NEOPLASIA (LIVROS)
|
ISIS
MÜLLER SERRA
(ESCRITORA)
|
|
13:00
às 14:30
|
VICTORIA
DORA
(ESCRITORA)
|
MARCELO
MIRANDA
(CANTOR)
|
ITERBIO
ALDRIGHI (ESCRITOR)
|
MARCO
AURÉLIO (CANTOR)
|
|
14:30
às 16:00
|
MARCIO
NASCIMENTO
(ESCRITOR)
|
LUIZ
FERNANDO CARUSO
(ESCRITOR)
|
THEREZA
MORAES & BETE CONDE (PINTURA EM PORCELANA)
|
MARIA
THEREZA P. BARROS
(ESCRITORA)
|
|
16:00
às 17:30
|
MÁRCIO
GOMES (CANTOR)
|
JERRY ADRIANI (CANTOR)
|
MARLENE
(CANTORA)
|
EMILINHA
BORBA (CANTORA)
|
|
17:30
às 19:00
|
AGNALDO
TIMÓTEO (CANTOR)
|
LENY
BELLO E CONVIDADOS (PIANISTA)
|
LUIZ VIEIRA
(POETA)
|
ROBERTO
CUPELLO
(ESCRITOR)
|
|
19:00
às 20:30
|
PAULO
SÉRGIO VALLE
(ESCRITOR)
|
JOSÉ
MESSIAS (COMPOSITOR)
|
LUIZ
J. GINTNER
(ESCRITOR)
|
NICETTE
BRUNO (ATRIZ)
DUPLA DO RIO (TEATRO/DANÇA)
|
|
20:30
às 22:00
|
ISABELITA
DOS PATINS
(ATRIZ)
|
ELLEN
DE LIMA- CANTORAS DO RÁDIO (CANTORA)
|
JOSÉ
RICARDO JR. (CANTOR)
|
CECÍLIA
CAVALCANTI
(ESCRITORA)
|
|
22:00
às 23:00
|
MAJÓ
(CANTOR)
|
ZÉDI
(CANTOR)
|
JOSÉ
RIBAMAR GARCIA
(ESCRITOR)
|
PAULINHO
PEREIRA (CANTOR)
|
PAVILHÃO
03 RUA F PALCO DE SHOW 02
(APRESENTAÇÕES MUSICAIS)
|
HORA
|
Dia
5 (Quinta)
|
Dia
6 (Sexta)
|
Dia
7 (Sábado)
|
Dia
8 (Domingo)
|
|
15:20
às 15:50
|
MÁRCIO
GOMES (CANTOR)
|
MARCELO
MIRANDA
(CANTOR) |
*****
|
MARCO
AURÉLIO (CANTOR)
|
|
16:00
às 16:30
|
LUCY
RIBEIRO
(CANTORA)
|
LENY
BELLO E CONVIDADOS (PIANISTA)
|
*****
|
*****
|
|
16:40
às 17:10
|
AGNALDO
TIMÓTEO (CANTOR)
|
MARÍLIA
BEVILACQUA
(CANTORA)
|
*****
|
*****
|
|
20:00
às 20:30
|
*****
|
CLÁUDIA
NUNES
(CANTORA)
|
JOSÉ
RICARDO JR.
(CANTOR)
|
*****
|
|
21:20
às 21:50
|
MAJÓ
& ORLEANS MARINHO
(CANTOR)
|
ZÉDI
(CANTOR)
|
VALDIR
(GOLDEN BOYS)
& GERMANO
|
PAULINHO
PEREIRA & IVONE AMITRANO (CANTORES)
|
|
22:00
às 22:30
|
*****
|
*****
|
ROBERTO
CORREA
(GOLDEN BOYS)
& BETO FILHO
|
*****
|
A
FUNJOR lançou no evento o portal ´ArtSocial´
voltado pra divulgação de ações e abertura
de oportunidades para artistas e profissionais ligados à produção
cultural.

De A a Z
os participantes do estande FUNJOR
------------------------------------------------
AACN - Associação de Apoio à Criança com Neoplasia
É uma instituição filantrópica que luta para conscientizar, humanizar
e apoiar o tratamento de câncer infantil. A AACN está sempre promovendo
treinamentos, cursos, encontros de integração e atualização para a evolução
dos projetos. Na feira, estarão apresentando dois livros. Sendo um deles
extraí ido do diário de uma das crianças atendida pelas na Casa Ronald
e outro de um pai de uma delas. A renda apurada na venda dos livros
será toda revertida para AACN.
AGNALDO TIMÓTEO
Começou se apresentando em shows de calouros e circos no interior de
Minas Gerais até ir para o Rio de Janeiro, em 1960, em busca da fama.
Teve vários outros empregos até conseguir uma oportunidade no programa
Hoje É Dia de Rock. Em 1965, gravou seu primeiro disco, "Surge um Astro",
pela Odeon. Desde então não parou mais de gravar e fazer sucesso, tendo
inclusive lançado discos o México, Estados Unidos e Inglaterra. Sua
carreira foi marcada por grandes sucessos como "A Casa do Sol Nascente"
(Alan Price/ versão de Fred Jorge), "Cartas de Amor" (Victor Young/
versão de Osvaldo Santiago), "Amor Proibido" (Dora Lopes/ Clayton),
"Meu Grito" (Roberto/ Erasmo Carlos), "Os Brutos Também Amam", "A Noiva",
"Aline", "Quem Sabe?" (Carlos Gomes). Em 1982 se lançou na política
e foi eleito deputado federal pelo PDT do Rio de Janeiro com mais de
500 mil votos. Foi candidato a governador e em 1996 vereador eleito
da cidade do Rio de Janeiro. Hoje aos 66 anos de idade, com mais de
50 discos gravados e 38 anos de uma carreira de sucesso, está preparando
um CD idealizado durante sua participação na 'Casa dos Artista 3' intitulado:
'Muito Prazer, Agnaldo Timóteo'. É conselheiro e um dos instituidores
da FUNJOR. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.agnaldotimoteo.com.br
ARTUR RODRIGUES
Escritor, editor e radialista. Lançou seu primeiro livro em 1984, "O
que me veio à mente", com apresentação do mago Paulo Coelho. Lançou
ainda: "Por um fio", "Nossos amigos, os bichos" e "Que os anjos digam
amém - 365 reflexões do anjo da guarda", em 10ª edição. Como editor
dirige a Litteris Editora há 14 anos. Maiores informações podem ser
obtidas no site: www.litteris.com.br
BETE CONDE E THEREZA MORAES
Bete Conde é portuguesa, radicada no Brasil desde 1955, é professora
e participa de todas as exposições nacionais e internacionais promovidas
pela Abrap. Muitas vezes premiada, é reconhecida em Portugal, México,
Estados Unidos e Chile. É membro da International Art Teachers Inc./USA.
Thereza Moraes, além de excelente cantora, também revela talento para
a pintura e estará junto com Bete Conde apresentando suas pinturas em
porcelana na Feira.
CECÍLIA CAVALCANTI
Esta jornalista e poeta marcou seu espaço em 2001 com a chegada do livro
"Palavra de Mulher" com lançamento em várias capitais brasileiras e
no exterior.
CLAUDIA NUNES
Nascida no Rio de Janeiro, a carioca compositora, tecladista e intérprete
Claudia Nunes lançou seu primeiro CD: País da Esperança, dia 23 de outubro
de 2001, no Vinícius Piano Bar,em Ipanema. O CD País da Esperança é
uma produção independente de Música Popular Brasileira. Contou com o
apoio de sua mãe Leonor, para terminar este seu primeiro projeto musical.
Todo o trabalho é de sua autoria. Onze faixas em letra e música além
de uma instrumental. O repertório escolhido foi extraído de uma cesta
de suas canções, onde o samba e a bossa tem toque acentuado.Estas e
outras canções sempre foram recolhidas às suas gavetas a espera da oportunidade
do seu lançamento ao público. Claudia Nunes interpreta suas canções
mostrando sua sensibilidade de autora, sua brejeirice rítmica,sua simplicidade
e lirismo na escrita, seu ecletismo na arte da composição musical. A
intérprete Claudia Nunes,de voz meio rouca e timbre inusitado,imprime
realismo às suas canções e mostra suas vertentes românticas e suas cores,sua
brasilidade. É sambista quando homenageia o grande poeta e músico Chico
Buarque em "Amigo do Samba", vai de samba de breque quando saúda o mestre
cantor e compositor, o saudoso sambista Ciro Monteiro em "Meu Professor".
Brinda a verde e rosa,a Estação Primeira de Mangueira, na exaltação
do samba de quadra para a sua escola de coração em "Lá vem Mangueira".
Claudia Nunes acende a sua "Chama", no vibrante rock canção dedicado
a seu filho André Amorim, músico da guitarra e do violão. É romântica
e intimista quando se apresenta em "Noite de Estrela", "Dona de Mim","Que
Maldade". Claudia Nunes é reflexão na estória depoimento sobre a dependência
de nicotina,que vitimou seu pai prematuramente, expressa em letra e
música no "Vício", e, na defesa da consciência do povo brasileiro, suas
atitudes e conseqüências de cidadania na canção título "País da Esperança".
Celebra a natureza e convida a passear no "Jardim Botânico",quando se
expressa no desejo de "...viver espaço na poesia,longe das buzinas e
ficar à sós...". Claudia Nunes é música instrumental com seu piano "Na
imensa solidão",trilha com gosto de filme de amor. A compositora Claudia
Nunes, como ela própria se expressa na apresentação do seu Cd País da
Esperança,pede passagem aos amantes da Música Popular Brasileira.
DUPLA DO RIO
Teatro e dança sobre perna de pau a 3 (três) metros de altura apresentados
por Isa Xavier e Raul Farias Lima. Já rodaram o Brasil e países do exterior
apresentando o seu trabalho.
ELLEN DE LIMA
Ellen de Lima nasceu Helenice Teresinha na Bahia, mas já aos dois anos
seguiu para o Rio de Janeiro. Começou sua carreira em 1950 no programa
de calouros de César de Alencar, na Rádio Nacional, bem como no "Alvorada
dos Novos", da Mayrink Veiga, pela qual foi contratada em 1954 para
apresentar-se no Rio e em São Paulo. Foi uma das primeiras contratadas
da Columbia, no Brasil, lançando nesse mesmo ano o seu primeiro disco,
a convite do maestro Renato de Oliveira, com o samba-canção "Até Você"
(Armando Nunes) e o slow-fox "Melancolia" (Allain Romans, versão de
Capitão Furtado), em 1957, fez sucesso com o bolero "Vício" (Fernando
César), gravando seu primeiro LP, "Ellen". Atuou bastante em televisão
(trabalhou como atriz-cantora na TV Globo, ao lado de Fernanda Montenegro
e Sérgio Britto) e em diversas boates, como a Oásis paulistana e O Galo,
no Rio de Janeiro, além de participar de espetáculos no Copacabana Palace,
ao lado de Haroldo Costa e das Irmãs Marinho. Gravou nos anos 60 na
Chantecler LPs como "Ellen de Lima" e "Ellen... Canta!". Em 1969 gravou
um LP homônimo na Odeon, com "Cante, Cante" (Tito Madi) e "Somente Porque
Te Amo" (Leci Brandão). No correr de sua carreira apresentou-se também
em Portugal, no Casino de Estoril, por diversas vezes. Ellen já ganhou
títulos importantes, como o de Rainha dos Músicos e a medalha Oswaldo
Cruz. A partir de 1988 passou a integrar o grupo As Eternas Cantoras
do Rádio, ao lado de outras grandes estrelas do rádio. O show Cantoras
do Rádio começou como comemoração dos 10 anos de existência da Sala
Funarte, ainda agregada ao Museu Nacional de Belas Artes. Naquela época,
Érico de Freitas, diretor de programação, reuniu Nora Ney, Rosita Gonzales,
Zezé Gonzaga, Carmélia, Violeta e Ellen, dirigidas por Flávio Marinho,
para festejar a data. O show deu tão certo que correu o Brasil e até
1994 manteve o mesmo elenco. Treze anos depois, o produtor Cláudio Magnavita
(o mesmo dos musicais de sucesso Cole Porter e Company) resolveu investir
no mesmo filão e resgatou três veteranas do elenco primitivo (Carmélia,
Ellen e Violeta), trouxe de volta Carminha Mascarenhas e chamou Ricardo
Cravo Albin para dirigir. Agora elas lançam o CD "Estão voltando as
flores". No repertório, canções dos anos 30, 40 e 50. É conselheira
e uma das instituidoras da FUNJOR.
EMILINHA BORBA
Nasceu no bairro carioca da Mangueira, o que desde cedo selou sua ligação
àquela escola de samba. Ainda criança começou a se apresentar em programas
de auditório e de calouros no rádio. Sua fama foi se consolidando aos
poucos e logo formou a dupla As Moreninhas ao lado de Bidu Reis, que
durou pouco mais de um ano. Em 1939 gravou seu primeiro disco solo pela
Columbia e conseguiu, com a ajuda de Carmen Miranda, ser contratada
pelo Cassino da Urca como crooner. Assinou mais tarde com a Rádio Nacional,
e lá ficou por 27 anos, tornando-se uma das mais conhecidas estrelas
do rádio. Participou também de mais de 40 filmes. De 1968 a 1972 Emilinha
esteve afastada dos microfones por um problema nas cordas vocais que
a obrigou a fazer três cirurgias e longo estudo para reeducar a voz
e poder voltar a cantar. Ganhou muitos títulos e prêmios durante a carreira,
e seu fã-clube exaltado tem uma rixa eterna com o da cantora Marlene.
Durante o último evento de aniversário da FUNJOR reataram a amizade.
As duas cantoras disputaram várias vezes o posto de Rainha do Rádio,
mas mesmo assim gravaram juntas diversas faixas. Entre os grandes sucessos
de Emilinha estão "Dez Anos" (versão de Lourival Faisal para a música
de Rafael Hernandez), "Cachito" (Consuelo Velasquez, versão de A. Bougert),
"Baião de Dois" (Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira), "Se Queres Saber"
(Peterpan), "Escandalosa" (Djalma Esteves/ Moacir Silva), "Chiquita
Bacana" (João de Barro/ A. Ribeiro), "Primavera no Rio" (João de Barro)
e "Paraíba" (L. Gonzaga/ H. Teixeira). É conselheira e uma das instituidoras
da FUNJOR.
GERMANO
Germano Santos da Anunciação, nascido no Rio de Janeiro,
aos 28 dias de dezembro de 1981, atualmente preparando-se para o vestibular
de Filosofia. Filho de VALDIR DA ANUNCIAÇÃO, integrante do GRUPO VOCAL
GOLDEN BOYS, que firmaram-se como um dos mais importantes Grupos Vocais
do Brasil, conhecido como: OS MENINOS DE OURO. Podemos dizer, que surgem
filhos de grandes artistas consagrados que muito contribuiram e contribuem
para nossa MUSICA POPULAR BRASILEIRA, dando sequencia as suas raizes,
formando uma NOVA GERAÇÃO, assim como: Germano, compositor e cantor.
Germano despertou para musica com suas letras e melodias aos l6 anos,
quando atraves de seus traços marcantes em sua personalidade determinada,
perseverante, alegre e decidida, resolveu inscrever-se na Academia de
Musica ELAM (Jacarepagua), onde surgiram as 1ª notas do violão do papai
Valdiir o qual orientadu e indicou uma fonoaudiologa( Dr. Eleonora Willmersdorf),
para melohor colocar sua voz no decorrer de sua carreira e, a cada lição
com Mestre DANGÓ, uma composição nascia com grandes balanços e rítmos
contagiantes, sem nem mesmo conhecer ainda, teoria musical. Os amigos,
já contribuiam com opiniões e aceitações plausíveis incentivando-o nas
famosas festas/famílias e reuniões em grupo, incentivando-o rumo a novos
horizontes Surgiu então o Festival de Musica ELAM, onde ele foi convidado
a participar mesmo suas músicas sendo inéditas, e surpreendeu obtendo
exito total, surgindo então a ideia de um CD, logo após. Transferiu-se
para CIGAM, onde dedidou-se ao estudo da visualização, percepção e teoria,
dando continuidade ao violão, atualmente optou pela Escola de Musica
Antonio Adolfo. A partir daí surgiram vários convites e tem se apresentado
constantemente. A musica para Germano, é como a Filosofia não tem fim
e seu estilo vai do Pop ao Reggae. Atualmente GERMANO ANUNCIAÇÃO, tem
cerca de 40 composições registradas e um CD independente com 08 composições
escolhidas pelo produtor ROBERTO CORREA (GOLDEN BOYS) e VALDIR DA ANUNCIAÇÃO
(GOLDEN BOYS), onde contam com as presenças de: Beto Filho e Diego Saldanha
(nova geração Golden Boys), entre outros grandes músicos.
ISABELITA DOS PATINS
O ator Jorge Iglesias, 54 anos, é argentino naturalizado brasileiro
e há 31 anos incorpora a drag queen Isabelita dos Patins. A personagem
que no início era uma brincadeira de Carnaval conquistou o Brasil em
suas aparições em propagandas e novelas da Rede Globo. A Isabelita nasceu
sete meses depois de chegar ao Brasil, em fevereiro de 1971. Era Carnaval
e não sabia dançar. Via aquela alegria toda, todo mundo animado, queria
se destacar também. Como sabia patinar, desde os nove anos de idade,
resolveu colocar os patins e se vestir como uma drag. Até então, a Isabelita
só aparecia no Carnaval. Numa dessas aparições no Carnaval, um jornalista
chegou perto e perguntou de onde ela era. Respondeu que era argentino
e então o homem disse: 'Ah, você é a Isabelita dos Patins !'. Naquela
época, a primeira dama da Argentina era a Isabelita Peron. Gostou do
nome e batizou a personagem assim. Era uma brincadeira que começou a
chamar a atenção das pessoas, uma atração, agora vive da personagem.
Isabelita dos Patins agora vira uma boneca que é uma maneira de retribuir
ao carinho do público e dizer obrigado ao povo brasileiro e à imprensa
pelo carinho, ternura e admiração para o ator Jorge Iglesias e o personagem
Isabelita dos Patins. São todas artesanais. A roupa é feita de sobras
de fantasias que consegue em lojas que vendem produtos de Carnaval e
a venda das bonequinhas artesanais fazem muitas crianças felizes, muitas
famílias, alguns velhinhos e portadores de HIV, comprando alimentos,
roupas, cobertores, remédios, cadeiras de rodas, muletas. Isabelita
é uma das fundadoras da FUNJOR e também adotou a Creche Noel Rosa que
abriga 250 crianças filhos de mães solteiras. Seu lema é fazer o bem,
sem olhar para quem e sente-se feliz em poder ajudar. É um dos instituidores
da FUNJOR.
ISIS MULLER SERRA
Advogada, historiadora e agora uma escritora com sucesso nas obras "E
por que não contar?" e "Os amantes - Royal Straight Flush".
ITERBIO GALIANO ALDRIGHI
Psicólogo, radialista e jornalista de destaque tem na literatura grandes
sucessos como "Olhos do tempo", "Rua do Ouvidor 72 - Machado de Assis
e a visita" e mais recentemente "Doidas conversas: João do Rio, o anfitrião
de Charles Baudelaire". É conselheiro e um dos instituidores da FUNJOR.
IVONE AMITRANO
Natural do Paraná, veio para o Rio de Janeiro se dedicar ao teatro e
terminou por montar um currículo que abrange trabalhos em rádios, jornal,
dublagem, cinema e música. Interpretou peças que vão de Moliére até
Machado de Assis, passando por clássicos infantis, tais como: ´A Dama
e Vagabundo´ e ´Reino do Lugar Dourado´ premiado em festivais. Foi premiada
também, no ´Festival de Teatro do Liceu´ em 2001. No trabalho de dublagem
empresta sua voz em filmes, desenhos e novelas estrangeiras. Atualmente,
está lançando seu primeiro CD que irá apresentar em participação especial
com o cantor Paulinho Pereira.
JERRY ADRIANI
Por José Messias (Radialista/Compositor/Produtor Musical)
As forças do Universo sempre conspiram a favor de quem tem um sonho:
O nosso Jerry sonhou, quando era Jair Alves de Souza, e realizou a partir
do Adriani; Italianíssimo ! Nos anos sessenta, Roberto Carlos e Wanderléa,
pediram-me que abrisse as portas do Rio de Janeiro, para esse italiano
de São Paulo... Nos anos sessenta, Roberto Carlos e Wanderléa, pediram-me
que abrisse as portas do Rio de Janeiro, para esse italiano de São Paulo...
Virou um dos pilares da Jovem Guarda. Destacou-se, entre os "Favoritos
da nova geração". Certo dia surpreedeu-me na TV Rio; "trouxe um conjunto
da Bahia, e gostaria que ele me acompahasse..." Neguei, ou melhor, criei
dificuldades; não é fácil, num programa ao vivo, trocar de conjunto;
é um tal pluga e despluga que destempera qualquer apresentador... Ele
Tanto insistiu que mereceu o sacrifício. Era uma banda baiana chamada
"Raulzito e seus panteras". Só pra lembrar; Jerry foi lançado por nós,
amparado por Roberto e Wanderléa, e naquele momento, já pagava com a
mesma moeda; lançou Raul Seixas, no Rio - seu novo amigo, seu novo parceiro
e, com o passar do tempo, inspiração: "Raul Santos Seixas/ Raul ao contrário
é Luar/ O pai de todos os malucos..." Versos de "O Cavaleiro das estrelas"
- de Jerry para Raulzito. Nos anos sessenta, o inesquecível "Maluco
Beleza", já confessava: "Eu nasci há dez mil anos atrás." Agora, Raul
é mesmo o Luar, e ele deve estar visitando todas as estrelas - sem convite;
exatamente, como entrou no casamento do Jerry; enganando a recepção
que não via seu nome na relação de convidados: "vocês não vão achar
meu nome, eu sou o padre ! "Coisas de Raul. Assim ele dever ter entrado
no céu ! Lembra Guerra Junqueiro: "...Alma de poeta, lunático, mistico,
iluminado..." O que é que isso tem a ver com esse projeto? Tudo. Jerry
vai além dos limítes de seus contemporâneos do rock e das conações universais;
interpreta "Era um garoto, que como eu, amava os Beatles e os Rolling
Stones", com a mesma segurança que canta "caruso". E mais; ainda é a
melhor marca representativa de Elvis Presley, no Brasil. Some-se a isso
- "Forza Sempre" cristalina criação que eterniza a saudade de Renato
Russo, e sua Legião... Agora, no alto de sua maturidade (pessoal e profissional),
incorpora esta feliz idéia - "O som do barzinho"; projeto cultural que
exalta a improtância do encontro, num mundo de tantos desencontros ...
Chame sua turma; "Quem canta seus males espanta." "Botica" já foi sinônimo
de farmácia - que , no diminutivo é "botiquim". Hoje "Botequim" - o
desejável "clima" universal do "Barzinho" ; "remédio" que cura as dores
d'Alma!... Jerry é um bom "boticário"; estuda canto, piano, violão,
e leva muito a sério sua profissão. Nesse costume nacional, chamado
"conversas de botequim", quando o fundo musical é com músicas italianas,
adita-se uma vontade incotrolável de cantar, de rir, fazer amigos...
O amor e a esperança, são presenças garantidas ! É fantástica essa "coisa"
que a gente sente, indicando que a Italia é a mãe, ou (no mínimo), o
berço da música. Jerry Adriani, é um de seus melhores intérpretes. "O
som do Barzinho", com certeza, tem calor humano. Tem poesia ? Tem sim
senhor! Tem romance ? Tem sim senhor. Tem alegria ? Tem sim senhor.
E tem rola papo de amigos; Chame os seus amigos ! Ouçam o disco. Cantem
e toquem com Jerry - também tem letras cifradas para violão. Liguem
"O som do Barzinho", desliguem seus celulares, apertem os cintos, e
boa viagem. Vocês merecem este finíssimo roteiro musical. São 15 "escaladas";
não saia de bordo - continue embarcando. Peça mais um drink. Faça mais
um brinde, comemore a perfeição do idioma, dominado pelo nosso "Italianíssimo".
Quem sabe, sabe... Pegou na veia. Com o meu conhecido espírito crítico,
ouvi todas as faixas, na busca das melhores. Não tem ruim - nem mais
ou menos... São todas ótimas. Um "Cocktaill" de bom - bons recheados
de licores e vindos d'Itália. Esperasse que eu fale, aqui, quantos anos
tem o Jair Alves de Souza e o Jerry Adriani!... Não, não faz sentido;
o cantor, pra mim, tem idade de seu "Tom" Jerry ainda canta nos seus
tons dos anos setenta: Um moço. Entrem no espírito do disco; cantem,
batam palmas, para comemorar a vida: Jerry faz " O Som do Barzinho."
Resgate a "criança" que existe aí dentro de você, e curta o "Tom - do
Jerry" que é conselheiro e um dos instituidores da FUNJOR. Maiores informações
podem ser obtidas no site: www.jerryadriani.com.br Estão no CD "O Som
do Barzinho" : 1. La Mia Storia Tra Le Dita /2. Caruso /3. Cose Della
Vita / 4. Luna / 5. Pout-Pourri: Roberta - Champagne / 6. Pout-Pourri:
All Di La - Il Mondo / 7. Pout-Pourri: Canzone Per Te Io Che Amo Solo
Te / 8. Pout-Pourri: Strani Amori- La Solitudine / 9. C 'Era Un Ragazzo
Che Come Me / Amava I Beatles E I Rolling Stones / 10. Per Amore / 11.
Pot-Pourri: Piove - Nel Blu Dipinto Di Blu (Volare) / 12. Tanto Cara
/ 13. Dio Come Ti Amo / 14. Io Che Non Vivo (Senza Te) / 15. Pot-Pourri:
Zingara - O Sole Mio / 16. Datemi Un Martello.
JOSÉ MESSIAS
José Messias da Cunha, nasceu em Bom Jardim de Minas, Minas Gerais,
no dia 07 de outubro de 1928. Filho de tropeiro, sobrinho e neto de
regentes de bandas. Começou a trabalhar aos 13 anos de idade, Sr. Geraldo
Mello, seu tio e dono da padaria, era músico da banda e fazia parte
dos sereisteiros do então arraial de Bom Jardim, conhecido como Arantes
- hoje Arantina. Influenciado, já fazia músicas para os blocos carnavalescos.
Partiu para Barra Mansa e dali para muitas outras, cidades em diversos
empregos e mambembando com os circos pequenos do interior. Parou no
Rio de Janeiro, já em 1945, participando do programa "Papel Carbono"
e tentando outros a qualquer preço. Em 1948, arranjou um emprego paralelo
no comércio. Ainda estudava no Liceu de Artes e Ofícios, conheceu Caubi
Peixoto, José Garcia e o redator humorístico da Rede Globo, Roberto
Silveira. Foi secretário do cantor e compositor Herivelto Martins. Em
1953 gravou sua primeira música como compositor profissional: "A Dança
do Coça Roça", com Heleninha Costa. Não Parou mais de gravar, e continuava
secretariando e participando dos shows do Trio de Ouro, com Herivelto
Martins. Tinha trânsito livre nos famosos corredores da Rádio Nacional,
escrevia para jornais e revistas até que, em 1955, estreou na Rádio
Mayrink Veiga como apresentador. Daí foi para a Rádio Mundial, Carioca,
Metropolitana, Tupi, Guanabara e Nacional. Paralelamente ao seu trabalho
de produtor e apresentador de Rádio seguia como compositor e cantor.
Lançou grandes nomes da MPB, principalmente na ´Jovem Guarda´ onde foi
um dos principais mentores. Na televisão, trabalhou na TV Tupi, Continental,
Rio, Excelsior, depois novamente na Tupi nos programas "Flávio Cavalcanti"
e "A Grande Chance". José Messias foi produtor e diretor da Rede Tupi
de Televisão, produtor e apresentador da Rádio Tupi de São Paulo e ainda
produtor e apresentador da Rádio Nacional e TV Rio - no Rio de Janeiro.
É profissional e sócio honorário da SBACEM. Atualmente, continua o seu
trabalho de consultoria e produção artística. Faz parte também, do juri
do Programa "Raul Gil", com grande sucesso em todo o Brasil, onde criou
o famoso "Quadro do Chapéu". José Messias está escrevendo um livro com
a sua historia previsto para ser lançado ainda este ano quando completa
50 anos de carreira artística. Este ano lançou pela Warner um CD com
uma seleção com 10 clássicos da MPB na voz de grandes intérpretes que
estará apresentando na Feira. É conselheiro da FUNJOR. Maiores informações
podem ser obtidas no site: www.josemessias.com.br
JOSÉ RIBAMAR GARCIA
Figura conhecida da literatura piauiense, lançou os livros "Pra onde
vão os ciganos?", "Cavaleiros da noite", "Em preto e branco", "Imagens
da cidade verde" e "Além das paredes". Figura em dicionários e antologias
brasileiras. É advogado pertencente ao Instituto dos Advogados do Brasil.
JOSÉ RICARDO JR.
Desde bem pequeno convive com ambiente musical, pois costumava acompanhar
seu pai, o cantor José Ricardo, em apresentações. Na adolescência começou
a estudar violão com o grande maestro Antônio Adolfo. Nesta época, montou
sua primeira banda de rock onde tocava contra-baixo. Chegou a fazer
várias apresentações. Até então, a música era apenas uma paixão e não
uma forma de vida, pois seu pai sempre o incentivava a ter uma formação
superior. Sendo assim, formou-se em Administração de Empresas e passou
por grandes empresas multinacionais, tais como: Brahma e a Arthur Andersen.
Entretando, a arte estava no sangue, ou melhor na alma. Com o falecimento
de seu pai e com o apoio de vários artistas tais como: Emilinha Borba,
Agnaldo Timóteo, Jerry Adiani, Ademilde Fonseca, Wanderléa e Golden
Boys que acreditam no seu potencial, resolveu se dedicar integralmente
a sua real vocação: a música. No ano de 2000, chamou o seu amigo de
adolescência Fernando Velloz, agora já respeitado compositor, para começar
a montar seu repertório. Fez a sua primeira apresentação profissional
na Rádio Nacional no Programa José Messias, nome presente na história
da música brasileira tendo lançado nomes importantes como: Roberto Carlos
e Clara Nunes. Sua apresentação fez tanto sucesso que repetiu a participação
neste e em outros programas. Seguindo um estilo que podemos chamar de
PopRock.Gravou neste ano o seu primeiro CD e convidou a banda Sol de
Outono para acompanhá-lo em seus shows. Suas apresentações têm tido
excelente retorno de crítica e público. É conselheiro e um dos instituidores
da FUNJOR.
LENY BELLO & CONVIDADOS
Pianista e tecladista, com vários cursos de especialização em música,
já se apresentou em diversas casas de destaque no cenário cultural brasileiro
e acompanhou Elymar Santos, Cláudia Telles, Áurea Martins, Paulo Nunes,
Agnaldo Timóteo, Emilinha Borba, Messody Benoliel, Paulo Nunes, entre
outros grandes nomes. Estará na feira, lançando novos artistas que apresentarão
o seu trabalho no palco e estarão no estande da FUNJOR autografando
um CD com compilações das apresentações do projeto ´Canto, Cantoria
e outras Artes´ que coordena semanalmente no Antonino Piano Bar e objetiva
revelar novos talentos da música. É uma das instituidoras da FUNJOR.
LUCY RIBEIRO
Cantora, produtora e compositora estará apresentando o seu novo CD ´Lucy
Ribeiro - E seu forró bem Brasileiro´.
LUIZ J. GINTNER
Bibliófilo, dono de uma das maiores e mais raras bibliotecas do Rio
de Janeiro. Sucesso de público com o livro "Em busca de Liliput - Uma
visão geral e curiosa dos menores países do mundo".
LUIZ VIEIRA
Luiz Vieira e seu avó Luiz José Vieira de quem Luiz Herdou seu nome
artístico. Este foi sua grande referência, seu mestre e sua vida.Luiz
Vieira é nordestino por convicção e por sentimento; pernambucano por
acaso. É fruto de uma família tradicional do Rio de Janeiro que reside
no estado do Rio. Gravou cerca de 30 compactos e apenas 8 LP's, pois
sua vida atarefada, faz com que disponha de pouco tempo para estúdios
de gravações. É autor de mais de 500 melodias, entre baiões, toadas,
sambas e prelúdios, gravadas por mais de 50 dos mais importantes intérpretes
brasileiros, desde a velha guarda com Augusto Calheiros, "A Patativa
do Norte"; Gilberto Alves e pela média guarda com Dolores Duran, Moacyr
Franco, Antonio Marcos, Agnaldo Rayol, Peri Ribeiro, Carlos José, Marlene,
Nara Leão, Taiguara, Evinha, Caetano Veloso, Hebe Camargo, Sérgio Reis,
Jane e Herondy, Ivan Lins, Fagner, Zizi Possi, Caetano Veloso, Rita
Lee e outros. É também um profundo conhecedor de literatura de cordel
e folclore. Entre seus muitos sucessos destacam-se os clássicos: "Prelúdio
pra Ninar Gente Grande", conhecida por Menino Passarinho, "Paz do Meu
Amor" e "Menino de Braçanã" . Não gosta de ser chamado de cantor e sim
cantador. A diferença, segundo o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda
é CANTOR é aquele que canta por profissão e CANTADOR é aquele que canta;
poeta capaz de improvisar versos ao som da viola e a rebeca; violeiro
é sinônimo de cantador, poeta de literatura de cordel. Todas as manhãs,
das 9:00 às 11:00 hs, os cariocas têm o privilégio de ouvir a voz cativante
de Luiz Vieira, na Rádio Carioca AM - o programa "Minha Terra, Nossa
Gente". Há um quadro interessantíssimo chamado "Gente que Brilha", dedicado
a aniversários de cantores e compositores da música popular brasileira,
que era apresentado pelo Dr. Paulo Roberto na Nacional. É conselheiro
da FUNJOR. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.luizvieira.com.br
MAJÓ
Cantor e compositor de grande sucesso, muitos na voz do seu irmão Agnaldo
Timóteo, tais como: ´Tristeza Danada´, ´Coração sem Juízo´ e . Está
lançando o CD 'Da água pro vinho' com várias músicas de sua autoria
que já estão sendo bem executadas nas rádios brasileiras. O CD que estará
apresentando no palco e autografando no estande ainda conta com as participações
especiais de Jair Rodrigues, Dominguinhos e Otacílio da Mangueira.
MARCELO MIRANDA
Marcelo Miranda já demonstrava sua aptidão musical, cantando desde os
quatro anos de idade. Mais tarde aprendeu a tocar violão e bem cedo
participou de festivais e atuou em diversas casas de show do Rio de
Janeiro, onde teve a oportunidade de conviver com grandes mestres como:
Manoel da Conceição (mão de vaca), Alceu Maia, Rosinha de Valença, Aldir
Blanc, Roberto Menescal.... e outros. Realizou temporada na Ilha da
Madeira (Portugal), onde trabalhou com músicos europeus e africanos,
sendo convidado a dar aulas de violão brasileiro no Conservatório de
Música. Participou do primeiro CD do grupo "GINGA PURA", pela gravadora
PolyGram (atual Universal). Atuou como instrumentista no espetáculo
"Show de Bola" (na Copa do Mundo), que misturava literatura, poesia,
humor e música, sob o comando de Luiz Carlos Miele, textos de Armando
Nogueira e direção musical de Aécio Flávio. Participou do CD "ELES CANTAM
RITA LEE", interpretando a música "ELVIRA PAGÃ". Idealizou e liderou,
juntamente com o Jorge Vercilo, o dinâmico Movimento Musical "OUTROSSIM",
que reúne solistas, instrumentistas e vocalistas, interagindo no mesmo
palco, em inusitado e colorido show. No CD, Marcelo Miranda demonstra
todo seu talento e "joga nas onze", assinando a produção, os arranjos,
a mixagem, a masterização, a arte da capa e, é claro, o violão e voz,
com a participação do Jorge Vercilo interpretando a música "CLARA" e
nas parcerias das músicas "DO JEITO QUE FOR" e "ATRÁS DO VÉU".
MÁRCIO GOMES
Um dos grandes artistas brasileiros que lutaram e venceram para fazer
chegar ao seu público que cativa há mais de 5 anos na estrada o seu
primeiro CD intitulado ´Canção que ficou´. Márcio Gomes, com sua voz
personalíssima, elegante intérprete nacional e internacional, carismático
que é recebe o carinho e a admiração de quem o ouve cantar, tal sua
postura perfeita, presença marcante no palco e timbre de voz excepcional.
Estão no CD, ´Paz do Meu Amor´ de Luiz Vieira, ´Somos Iguais´ de Jair
Amorim e Evaldo Gouveia, ´Começaria tudo outra vez´ e ´Sangrando´ de
Gonzaguinha, ´Castigo´ de Dolores Duran, ´Foi Deus´ de Alberto Janes,
entre outros clássicos. Estará se apresentando e autografando o CD na
feira. É um dos instituidores da FUNJOR.
MARCIO NASCIMENTO
Lançou este ano com grande sucesso o livro "PRA-9 Rádio Mayrink Veiga
- Um lapso na memória do rádio brasileiro", uma dissertação de mestrado
em Memória Social que mostra uma revisão bibliográfica de uma das maiores
rádios brasileiras. O autor é bacharel em Arquivologia e mestre em Memória
Social e Documento. MARCO AURÉLIO Cantor romântico de grande potência
vocal, estará apresentando dois CDs recém lançados: ´Tempo de Seresta´
onde interpreta grandes clássicos da música brasileira, com destaque
para: ´Sampa´ de Caetano Veloso, ´Abandono´ Ivo Lancelloti, ´Aquarela
do Brasil´ de Ary Barroso, ´Aperto de Mão´ gravada por Isaurinha Garcia,
´Rosa´ de Pixinguinha e ´Lua Branca´ de Chiquinha Gonzaga. Apresenta
também o CD ´Tempo de Bolero´, em espanhol, com regravações dos grandes
sucessos latinos, destacando: ´Quizas Quizas´, ´Solamente una vez´,
´Besame Mucho´, ´Vaya con Dios´, ´Paloma´, ´Adios´, ´Nosoutros´ e ´Munequieta
Linda´. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.marcocantor.hpg.com.br
MARIA THEREZA PAES DE BARROS
Uma escritora com sucesso nos mais variados gêneros literários tendo
lançado: "Destinos cruzados", "O sonho da abelhinha", "Caminhos por
onde andei", "Uma janela para as emoções", "Ponto de partida", "Divã
de pedra", "Histórias perdidas no tempo", "Ciranda de emoções", "Os
roedores travessos", "A aventura da maleta azul", "O anjinho sapeca",
"Histórias para gente pequena" e agora em segunda edição "Amor de outono".
MARÍLIA BEVILACQUA
Cantora com discos gravados na Phillips e Continental. Iniciou sua carreira
na Jovem Guarda quando tinha 13 anos e realiza shows por todo Brasil.
No Rio, tem sempre atuado em várias casas noturnas como Vinícius Piano
Bar, Little Club, Antonino, teatro BNDES, Gonzaguinha e João Caetano.
Recebeu vários prêmios durante a carreira, inclusive o ´Prêmio Vinícius
de Moraes´ como melhor intérprete da noite. Seu repertório é basicamente
de MPB, com ingresso também, na música internacional. Acaba de gravar
um CD de MPB onde se destacam as músicas: ´Vida em Comum´, ´A força
do Canto´, ´Amor de Verão´ e ´Regresso´ que estão sendo bem executadas
em várias rádios.
MARLENE
Começou aos 13 anos no programa Hora do Estudante, na Rádio Bandeirantes
de São Paulo, e aos 16 estréia como profissional na Rádio Tupi, onde
adota o nome artístico Marlene, influenciada pela fama da atriz Marlene
Dietrich. Muda-se para o Rio de Janeiro e trabalha no Cassino da Urca,
sendo contratada pela Rádio Mayrink Veiga e em seguida pela Rádio Globo.
Mas o grande sucesso vem com a sua ida para a poderosa Rádio Nacional,
em 1948, que a fez uma verdadeira estrela. Dessa época são as gravações
de "Toca, Pedroca" (Pedroca/ Mário Moraes, "Casadinhos" (Luís Bittencourt/
Tuiú), "Candonga" (Felisberto Martins/ Fernando Martins) e "Conceição
da Praia" (Aldemar Brandão/ Dilu Melo). Em 1949 Marlene é eleita Rainha
do Rádio, título que mantém em 1950 e que gera a eterna disputa entre
o seu fã-clube e o da cantora Emilinha Borba. Participou de diversos
filmes e peças musicais, excursionou pelo exterior e por todo o Brasil.
Em 1959, a convite da cantora francesa Edith Piaf torna-se a primeira
brasileira a apresentar-se no Teatro Olympia de Paris. Entre seus maiores
sucessos estão "Zé Marmita" (Brasinha/ Luís Antônio), "Lata D'Água",
"Sapato de Pobre" (ambos de Luís Antônio/ Jota Júnior), "Qui Nem Jiló"
(Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira), "Eva" (Haroldo Lobo/ Milton de Oliveira),
"Isso É Lá com Santo Antônio" (Lamartine Babo), "Apito no Samba" (Luís
Bandeira/ Luís Antônio), "Mora na Filosofia" (Monsueto/ Arnaldo Passos),
"Patinete no Morro" (Luís Antônio), "Sa-sa-ruê" (Marino Pinto/ Ayres
da Costa), "Tome Polca" (José Maria de Abreu/ Luiz Peixoto), "É Sempre
o Papai" (Miguel Gustavo), "Gente do Morro" (Getúlio Macedo/ Manuel
Santana/ Benê Alexandre), "Dona Vera Tricotando" (Luiz Gonzaga/ Humberto
Teixeira), "Nasci para Bailar" (Joel Almeida/ Fernando Lobo), "O Lamento
da Lavadeira" (Monsueto/ Nilo Chagas/ J. Vieira Filho), "Marlene, Meu
Bem" (Mário Lago).
NICETTE BRUNO
Nicete Xavier Miessa, nascida no Rio de Janeiro em 07 de janeiro, é
uma das maiores atrizes brasileiras, além de destacada atuação em defesa
da classe artística brasileira. Em sua vitoriosa carreira, encenou diversas
peças, novelas e miniséries, entre as quais: Aquarela do Brasil, Andando
nas nuvens, Labirinto, O amor está no ar , Engraçadinha, A próxima vítima,
Incidente em Antares, Mulheres de areia, Perigosas peruas, Rainha da
sucata, Bebê a bordo, Selva de pedra - versão 2, Tenda dos milagres,
Meu destino é pecar, Louco amor, Sétimo sentido, Como salvar meu casamento,
Salário mínimo, Éramos seis, Papai coração, Divinas & maravilhosas,
Rosa-dos-ventos, Camomila e bem-me-quer, Selva de Pedra - versão 1,
Signo da esperança, A fábrica, O meu pé de laranja lima, A gordinha,
Sangue do meu sangue, A muralha, Legião dos esquecidos, Os fantoches,
Éramos seis, etc. É conselheira e mentora da FUNJOR.
PAULINHO PEREIRA
Compositor, Cantor e Produtor. Começou sua carreira em 1967 tocando
em conjuntos da Jovem Guarda, tendo com destaque: ´Brazilian Bittles´.
Acompanhou cantores como Raul Sixas, Jõao Luis, Rossini Pinto, Adriana,
José Ricardo, Nélson Gonçalves, etc. Em 1977, gravou um disco pela gravadora
Veralex e teve suas composições gravadas por artistas como Alberto Gino,
Edson Wander e a banda Rock Revivel, Irá apresentar na Feira o seu atual
CD ´Paz´ gravado no início de 2002. É conselheiro e um dos instituidores
da FUNJOR.
PAULO SERGIO VALLE
Um dos maiores compositores brasileiros, irmão de Marcos Valle, lançou
com sucesso "O ajustador de profecias" e "Pedalando pelo caminho de
Santiago de Compostela" em 2ª edição.
ORLEANS MARINHO
Cantor que fará uma participação especial na apresentação do cantor
Majó com uma faixa do seu CD de estréia intitulado 'Reprise'.
ROBERTO M. CUPELLO
Escritor, arquiteto e publicitário, um apaixonado pelo surf. Aos 66
anos lança o livro "Aloha - A lenda do surf", uma aula de como viver
no mar e nas pranchas vividas por ele até hoje.
ROBERTO CORREA E VALDIR ANUNCIAÇÃO
Membros do quarteto vocal Golden Boys (Roberto,Renato,Ronaldo e Valdir)
que começaram a carreira muito jovens, por volta de 1958, como uma espécie
de versão brasileira do conjunto americano The Platters. Destacaram-se
em apresentações de rádio e televisão, e, inspirados nos quartetos norte-americanos,
gravaram vários discos voltados para o público jovem. Os irmãos Roberto,
Renato e Ronaldo também atuaram como compositores de músicas de sucesso
gravadas por outros artistas, além de serem também produtores. Os Golden
Boys foram destaques da Jovem Guarda e excursionaram nos anos 60 por
países da América do Sul e gravaram diversos discos. Os maiores sucessos
foram reunidos em uma coletânea de dois volumes da série Melhores Momentos.
Algumas dessas faixas são "Cabeção" (Roberto Correa/ Silvio Sion), "Alguém
na Multidão" (Rossini Pinto) e versões de músicas do Beatles, como "Michelle"
e "Ontem" ("Yesterday"). Valdir e Roberto Correa são conselheiros da
FUNJOR e estarão apresentando os trabalhos de seu filhos, respectivamente
Germano e Beto Filho.
VICTORIA DORA
Terapeuta holística, tem em seu currículo um vasto número de cursos
e CDs com meditações, sendo hoje uma das maiores conhecedoras do universo
esotérico tendo lançado este ano o livro "Histórias que um anjo me contou".
VIOLETAS NA JANELA
Peça teatral adaptada e dirigida por Guilerme Corrêa e com produção
geral de Ana Rosa, mostra com simplicidade as experiências de Patrícia,
uma garota que desencarnou aos dezenove anos e acordou em uma Colônia
onde a vida continua. Fala de suas descobertas, dúvidas, necessidades,
da busca pelo auto-conhecimento, auto-aprimoramento, seus receios, seus
afetos, seus amores... Uma Colônia onde há hospitais, escolas, teatros,
meios de transporte, bibliotecas, onde a tecnologia avançada convive
em harmonia com a natureza, os homens, os animais... Um lugar onde é
respeitado o livre arbítrio e a justiça reinante é a do amor. Mas no
nosso universo infinito, também existem outros lugares mais e menos
felizes. Para qual deles nós iremos após a morte, só depende de nós
mesmos, do que e de como estamos fazendo aqui e agora. Maiores informações
podem ser obtidas no site: http://www.internet-brasil.com/violetas_na_janela
ZÉDI
Consagrado cantor e compositor paulista, nascido em Mogi Mirim e atualmente
radicado no Rio de Janeiro, Zé Di foi campeão pela Escola de Samba Vai
Vai do Bexiga (SP), com "Independência ou Morte" e "Passeando pelo Brasil"
e pelo Salgueiro (RJ) com "Rei da França na Ilha da Assombração". Seus
principais sucessos foram: Samba Sem Viola; Perdoe meu amor; Salgueiro
Chorão; Últmo Verão; Meu Recado; Cachorros do Nicolau; Caminhos do Amor;
entre outras. Atualmente está em fase final de produção de seu novo
CD intitulado "Pagode Impinado". Vencedor dos festivais 1º Festival
da Música Sertaneja (66) com "Catira" e do Festival da Agroceres (88)
com "Intuição"; 2º lugar do Festival da Música Infantil (67) com "Sonho
de Menino", entre outros prêmios. Gravou com vários cantores como: Jair
Rodrigues (mais de 10 canções), Wanderley Cardoso, Cauby Peixoto, Noite
Ilustrada, Luiz Vieira, Bienvenido Granada, Alaíde Costa, Djalma Pires,
Emilinha Borba, Marlene, Leila Silva, Rinaldo Calheiros, Waldick Soriano,
José Augusto, Carmem Silva, Poly, Orquestra Sílvio Mazurca, Elza Soares
e Sérgio Reis. Acompanhado pelo Chapéu de Palha, respeitado e alegre
grupo de "samba-choro" carioca, apresenta seus grandes sucessos e outros
sambas excepcionais, como: Graoa Danada, Meia Cuié, Ontem, Perdoe Meu
Amor, Samba Sem Viola, Benção Mãe, Não Atire Pedra, Catira, Intuição,
Salgueiro Chorão, Rei de França, Meu Recado, Heróis da Liberdade, Independência
ou Morte e Último Verão. É um dos instituidores da FUNJOR.