Projeto ´Feira da Providência´


Nicette Bruno

A
FUNJOR, dentro do espírito de colaborar com outras instituições filantrópicas, vem colaborando nos últimos anos com o Banco da Providência através da participação na Feira da Providência.



Atuação no Ano de 2005  

Em 2005, a Feira aconteceu ocorrendo de 30 de novembro e 10 de dezembro no Riocentro (Barra da Tijuca-RJ). A FUNJOR participou ajudando o Banco da Providência na distribuição de convites e indicação de artistas para os palcos de shows.

Atuação no Ano de 2004  

Em 2004, a Feira aconteceu de 01 e 05 de dezembro no Riocentro (Barra da Tijuca-RJ). A FUNJOR participou ajudando o Banco da Providência na distribuição de convites, com a participação do Coral e de vários artistas nos palcos de shows.

Atuação no Ano de 2003  

Stand FUNJOR - 2003No ano de 2003, a Feira foi realizada em 5 dias, ocorrendo entre 03 e 07 de dezembro no Riocentro (Barra da Tijuca-RJ). O estande da FUNJOR foi doado pelo Banco da Providência e serviu de suporte para vários artistas, que se apresentavam no palco da Petrobrás, autografarem seus CDs.

A coordenação musical foi de Haroldo Costa e passaram pelo estande da FUNJOR: Jorge Simas, Rosa Marya Colin, Almir Bezerra(Ex-Fevers), Leny Andrade, Sylvio César, Almir Saint-Clair, Carlinhos Verdade, Agnaldo Timóteo, Getúlio Cortes, Mirinha e Bival, Os Fênix, Dalmo Castelo, Paulinho Pereira, Carlos Evaney, Zédi, Lilian Barrie, Fuzibossa, Billy Blanco, Lucy Ribeiro, Marcelo Miranda, Adil Tiscatti, Suzy Quintella, Paulo Nunes, Luiz César (Quatro Azes e um Coringa), Newton Soares, Majó, Orleans Marinho, Marília Bevilacqua, Velha Guarda do Salgueiro, entre muitos outros.


PAVILHÃO 03 ESTANDE D-35
(ENTIDADES CULTURAIS)


Haroldo Costa e Larissa(BP) Almir Saint-Clair Animador do Palco de Shows
Silvio César Carlos Evaney Malabaristas - Circo
Leny Andrade Exposição de CDs Artista Autografando CDs
Getúlio Cortes e Lilian Barrie Rosa Marya Colin RAP
Suzi Quintela Voluntários FUNJOR Coral Infantil Internacional
Zédi Hercy Maria-Conselho FUNJOR Lilian Barrie no Palco
Voluntários FUNJOR Dalmo Castelo e Silvio César Haroldo, Luiz Murillo e Larissa

 

Atuação no Ano de 2002  

Abaixo a agenda com a escala feita para os artistas da FUNJOR - Fundação José Ricardo nos 4 dias da Feira da Providência que ocorreu entre 05 e 08 de dezembro/2002 no Riocentro (Barra da Tijuca - RJ).


PAVILHÃO 01 ESTANDE N
(ENTIDADES SOCIAIS E CULTURAIS)

HORA
Dia 5 (Quinta)
Dia 6 (Sexta)
Dia 7 (Sábado)
Dia 8 (Domingo)
12:00 às 13:00
GUILHERME CORREA
(CD DA PEÇA VIOLETAS NA JANELA)
ARTUR RODRIGUES
(ESCRITOR)
AACN - ASSOCIAÇÃO DE APOIO CRIANÇA COM NEOPLASIA (LIVROS)
ISIS MÜLLER SERRA
(ESCRITORA)
13:00 às 14:30
VICTORIA DORA
(ESCRITORA)
MARCELO MIRANDA
(CANTOR)
ITERBIO ALDRIGHI (ESCRITOR)
MARCO AURÉLIO (CANTOR)
14:30 às 16:00
MARCIO NASCIMENTO
(ESCRITOR)
LUIZ FERNANDO CARUSO
(ESCRITOR)
THEREZA MORAES & BETE CONDE (PINTURA EM PORCELANA)
MARIA THEREZA P. BARROS
(ESCRITORA)
16:00 às 17:30
MÁRCIO GOMES (CANTOR)
JERRY ADRIANI (CANTOR)
MARLENE
(CANTORA)
EMILINHA BORBA (CANTORA)
17:30 às 19:00
AGNALDO TIMÓTEO (CANTOR)
LENY BELLO E CONVIDADOS (PIANISTA)
LUIZ VIEIRA
(POETA)
ROBERTO CUPELLO
(ESCRITOR)
19:00 às 20:30
PAULO SÉRGIO VALLE
(ESCRITOR)
JOSÉ MESSIAS (COMPOSITOR)
LUIZ J. GINTNER
(ESCRITOR)
NICETTE BRUNO (ATRIZ)
DUPLA DO RIO (TEATRO/DANÇA)
20:30 às 22:00
ISABELITA
DOS PATINS
(ATRIZ)
ELLEN DE LIMA- CANTORAS DO RÁDIO (CANTORA)
JOSÉ RICARDO JR. (CANTOR)
CECÍLIA CAVALCANTI
(ESCRITORA)
22:00 às 23:00
MAJÓ
(CANTOR)
ZÉDI
(CANTOR)
JOSÉ RIBAMAR GARCIA
(ESCRITOR)
PAULINHO PEREIRA (CANTOR)

PAVILHÃO 03 RUA F PALCO DE SHOW 02
(APRESENTAÇÕES MUSICAIS
)

HORA
Dia 5 (Quinta)
Dia 6 (Sexta)
Dia 7 (Sábado)
Dia 8 (Domingo)
15:20 às 15:50
MÁRCIO GOMES (CANTOR)
MARCELO MIRANDA
(CANTOR)
*****
MARCO AURÉLIO (CANTOR)
16:00 às 16:30
LUCY
RIBEIRO
(CANTORA)
LENY BELLO E CONVIDADOS (PIANISTA)
*****
*****
16:40 às 17:10
AGNALDO TIMÓTEO (CANTOR)
MARÍLIA BEVILACQUA
(CANTORA)
*****
*****
20:00 às 20:30
*****
CLÁUDIA
NUNES
(CANTORA)
JOSÉ RICARDO JR.
(CANTOR)
*****
21:20 às 21:50
MAJÓ & ORLEANS MARINHO
(CANTOR)
ZÉDI
(CANTOR)
VALDIR
(GOLDEN BOYS)
& GERMANO
PAULINHO PEREIRA & IVONE AMITRANO (CANTORES)
22:00 às 22:30
*****
*****
ROBERTO CORREA
(GOLDEN BOYS)
& BETO FILHO
*****

A FUNJOR lançou no evento o portal ´ArtSocial´
voltado pra divulgação de ações e abertura de oportunidades para artistas e profissionais ligados à produção cultural.




De A a
Z os participantes do estande FUNJOR
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AACN - Associação de Apoio à Criança com Neoplasia


É uma instituição filantrópica que luta para conscientizar, humanizar e apoiar o tratamento de câncer infantil. A AACN está sempre promovendo treinamentos, cursos, encontros de integração e atualização para a evolução dos projetos. Na feira, estarão apresentando dois livros. Sendo um deles extraí ido do diário de uma das crianças atendida pelas na Casa Ronald e outro de um pai de uma delas. A renda apurada na venda dos livros será toda revertida para AACN.


AGNALDO TIMÓTEO


Começou se apresentando em shows de calouros e circos no interior de Minas Gerais até ir para o Rio de Janeiro, em 1960, em busca da fama. Teve vários outros empregos até conseguir uma oportunidade no programa Hoje É Dia de Rock. Em 1965, gravou seu primeiro disco, "Surge um Astro", pela Odeon. Desde então não parou mais de gravar e fazer sucesso, tendo inclusive lançado discos o México, Estados Unidos e Inglaterra. Sua carreira foi marcada por grandes sucessos como "A Casa do Sol Nascente" (Alan Price/ versão de Fred Jorge), "Cartas de Amor" (Victor Young/ versão de Osvaldo Santiago), "Amor Proibido" (Dora Lopes/ Clayton), "Meu Grito" (Roberto/ Erasmo Carlos), "Os Brutos Também Amam", "A Noiva", "Aline", "Quem Sabe?" (Carlos Gomes). Em 1982 se lançou na política e foi eleito deputado federal pelo PDT do Rio de Janeiro com mais de 500 mil votos. Foi candidato a governador e em 1996 vereador eleito da cidade do Rio de Janeiro. Hoje aos 66 anos de idade, com mais de 50 discos gravados e 38 anos de uma carreira de sucesso, está preparando um CD idealizado durante sua participação na 'Casa dos Artista 3' intitulado: 'Muito Prazer, Agnaldo Timóteo'. É conselheiro e um dos instituidores da FUNJOR. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.agnaldotimoteo.com.br


ARTUR RODRIGUES


Escritor, editor e radialista. Lançou seu primeiro livro em 1984, "O que me veio à mente", com apresentação do mago Paulo Coelho. Lançou ainda: "Por um fio", "Nossos amigos, os bichos" e "Que os anjos digam amém - 365 reflexões do anjo da guarda", em 10ª edição. Como editor dirige a Litteris Editora há 14 anos. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.litteris.com.br


BETE CONDE E THEREZA MORAES

Bete Conde é portuguesa, radicada no Brasil desde 1955, é professora e participa de todas as exposições nacionais e internacionais promovidas pela Abrap. Muitas vezes premiada, é reconhecida em Portugal, México, Estados Unidos e Chile. É membro da International Art Teachers Inc./USA. Thereza Moraes, além de excelente cantora, também revela talento para a pintura e estará junto com Bete Conde apresentando suas pinturas em porcelana na Feira.


CECÍLIA CAVALCANTI

Esta jornalista e poeta marcou seu espaço em 2001 com a chegada do livro "Palavra de Mulher" com lançamento em várias capitais brasileiras e no exterior.


CLAUDIA NUNES

Nascida no Rio de Janeiro, a carioca compositora, tecladista e intérprete Claudia Nunes lançou seu primeiro CD: País da Esperança, dia 23 de outubro de 2001, no Vinícius Piano Bar,em Ipanema. O CD País da Esperança é uma produção independente de Música Popular Brasileira. Contou com o apoio de sua mãe Leonor, para terminar este seu primeiro projeto musical. Todo o trabalho é de sua autoria. Onze faixas em letra e música além de uma instrumental. O repertório escolhido foi extraído de uma cesta de suas canções, onde o samba e a bossa tem toque acentuado.Estas e outras canções sempre foram recolhidas às suas gavetas a espera da oportunidade do seu lançamento ao público. Claudia Nunes interpreta suas canções mostrando sua sensibilidade de autora, sua brejeirice rítmica,sua simplicidade e lirismo na escrita, seu ecletismo na arte da composição musical. A intérprete Claudia Nunes,de voz meio rouca e timbre inusitado,imprime realismo às suas canções e mostra suas vertentes românticas e suas cores,sua brasilidade. É sambista quando homenageia o grande poeta e músico Chico Buarque em "Amigo do Samba", vai de samba de breque quando saúda o mestre cantor e compositor, o saudoso sambista Ciro Monteiro em "Meu Professor". Brinda a verde e rosa,a Estação Primeira de Mangueira, na exaltação do samba de quadra para a sua escola de coração em "Lá vem Mangueira". Claudia Nunes acende a sua "Chama", no vibrante rock canção dedicado a seu filho André Amorim, músico da guitarra e do violão. É romântica e intimista quando se apresenta em "Noite de Estrela", "Dona de Mim","Que Maldade". Claudia Nunes é reflexão na estória depoimento sobre a dependência de nicotina,que vitimou seu pai prematuramente, expressa em letra e música no "Vício", e, na defesa da consciência do povo brasileiro, suas atitudes e conseqüências de cidadania na canção título "País da Esperança". Celebra a natureza e convida a passear no "Jardim Botânico",quando se expressa no desejo de "...viver espaço na poesia,longe das buzinas e ficar à sós...". Claudia Nunes é música instrumental com seu piano "Na imensa solidão",trilha com gosto de filme de amor. A compositora Claudia Nunes, como ela própria se expressa na apresentação do seu Cd País da Esperança,pede passagem aos amantes da Música Popular Brasileira.


DUPLA DO RIO

Teatro e dança sobre perna de pau a 3 (três) metros de altura apresentados por Isa Xavier e Raul Farias Lima. Já rodaram o Brasil e países do exterior apresentando o seu trabalho.


ELLEN DE LIMA

Ellen de Lima nasceu Helenice Teresinha na Bahia, mas já aos dois anos seguiu para o Rio de Janeiro. Começou sua carreira em 1950 no programa de calouros de César de Alencar, na Rádio Nacional, bem como no "Alvorada dos Novos", da Mayrink Veiga, pela qual foi contratada em 1954 para apresentar-se no Rio e em São Paulo. Foi uma das primeiras contratadas da Columbia, no Brasil, lançando nesse mesmo ano o seu primeiro disco, a convite do maestro Renato de Oliveira, com o samba-canção "Até Você" (Armando Nunes) e o slow-fox "Melancolia" (Allain Romans, versão de Capitão Furtado), em 1957, fez sucesso com o bolero "Vício" (Fernando César), gravando seu primeiro LP, "Ellen". Atuou bastante em televisão (trabalhou como atriz-cantora na TV Globo, ao lado de Fernanda Montenegro e Sérgio Britto) e em diversas boates, como a Oásis paulistana e O Galo, no Rio de Janeiro, além de participar de espetáculos no Copacabana Palace, ao lado de Haroldo Costa e das Irmãs Marinho. Gravou nos anos 60 na Chantecler LPs como "Ellen de Lima" e "Ellen... Canta!". Em 1969 gravou um LP homônimo na Odeon, com "Cante, Cante" (Tito Madi) e "Somente Porque Te Amo" (Leci Brandão). No correr de sua carreira apresentou-se também em Portugal, no Casino de Estoril, por diversas vezes. Ellen já ganhou títulos importantes, como o de Rainha dos Músicos e a medalha Oswaldo Cruz. A partir de 1988 passou a integrar o grupo As Eternas Cantoras do Rádio, ao lado de outras grandes estrelas do rádio. O show Cantoras do Rádio começou como comemoração dos 10 anos de existência da Sala Funarte, ainda agregada ao Museu Nacional de Belas Artes. Naquela época, Érico de Freitas, diretor de programação, reuniu Nora Ney, Rosita Gonzales, Zezé Gonzaga, Carmélia, Violeta e Ellen, dirigidas por Flávio Marinho, para festejar a data. O show deu tão certo que correu o Brasil e até 1994 manteve o mesmo elenco. Treze anos depois, o produtor Cláudio Magnavita (o mesmo dos musicais de sucesso Cole Porter e Company) resolveu investir no mesmo filão e resgatou três veteranas do elenco primitivo (Carmélia, Ellen e Violeta), trouxe de volta Carminha Mascarenhas e chamou Ricardo Cravo Albin para dirigir. Agora elas lançam o CD "Estão voltando as flores". No repertório, canções dos anos 30, 40 e 50. É conselheira e uma das instituidoras da FUNJOR.


EMILINHA BORBA

Nasceu no bairro carioca da Mangueira, o que desde cedo selou sua ligação àquela escola de samba. Ainda criança começou a se apresentar em programas de auditório e de calouros no rádio. Sua fama foi se consolidando aos poucos e logo formou a dupla As Moreninhas ao lado de Bidu Reis, que durou pouco mais de um ano. Em 1939 gravou seu primeiro disco solo pela Columbia e conseguiu, com a ajuda de Carmen Miranda, ser contratada pelo Cassino da Urca como crooner. Assinou mais tarde com a Rádio Nacional, e lá ficou por 27 anos, tornando-se uma das mais conhecidas estrelas do rádio. Participou também de mais de 40 filmes. De 1968 a 1972 Emilinha esteve afastada dos microfones por um problema nas cordas vocais que a obrigou a fazer três cirurgias e longo estudo para reeducar a voz e poder voltar a cantar. Ganhou muitos títulos e prêmios durante a carreira, e seu fã-clube exaltado tem uma rixa eterna com o da cantora Marlene. Durante o último evento de aniversário da FUNJOR reataram a amizade. As duas cantoras disputaram várias vezes o posto de Rainha do Rádio, mas mesmo assim gravaram juntas diversas faixas. Entre os grandes sucessos de Emilinha estão "Dez Anos" (versão de Lourival Faisal para a música de Rafael Hernandez), "Cachito" (Consuelo Velasquez, versão de A. Bougert), "Baião de Dois" (Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira), "Se Queres Saber" (Peterpan), "Escandalosa" (Djalma Esteves/ Moacir Silva), "Chiquita Bacana" (João de Barro/ A. Ribeiro), "Primavera no Rio" (João de Barro) e "Paraíba" (L. Gonzaga/ H. Teixeira). É conselheira e uma das instituidoras da FUNJOR.


GERMANO

Germano Santos da Anunciação, nascido no Rio de Janeiro, aos 28 dias de dezembro de 1981, atualmente preparando-se para o vestibular de Filosofia. Filho de VALDIR DA ANUNCIAÇÃO, integrante do GRUPO VOCAL GOLDEN BOYS, que firmaram-se como um dos mais importantes Grupos Vocais do Brasil, conhecido como: OS MENINOS DE OURO. Podemos dizer, que surgem filhos de grandes artistas consagrados que muito contribuiram e contribuem para nossa MUSICA POPULAR BRASILEIRA, dando sequencia as suas raizes, formando uma NOVA GERAÇÃO, assim como: Germano, compositor e cantor. Germano despertou para musica com suas letras e melodias aos l6 anos, quando atraves de seus traços marcantes em sua personalidade determinada, perseverante, alegre e decidida, resolveu inscrever-se na Academia de Musica ELAM (Jacarepagua), onde surgiram as 1ª notas do violão do papai Valdiir o qual orientadu e indicou uma fonoaudiologa( Dr. Eleonora Willmersdorf), para melohor colocar sua voz no decorrer de sua carreira e, a cada lição com Mestre DANGÓ, uma composição nascia com grandes balanços e rítmos contagiantes, sem nem mesmo conhecer ainda, teoria musical. Os amigos, já contribuiam com opiniões e aceitações plausíveis incentivando-o nas famosas festas/famílias e reuniões em grupo, incentivando-o rumo a novos horizontes Surgiu então o Festival de Musica ELAM, onde ele foi convidado a participar mesmo suas músicas sendo inéditas, e surpreendeu obtendo exito total, surgindo então a ideia de um CD, logo após. Transferiu-se para CIGAM, onde dedidou-se ao estudo da visualização, percepção e teoria, dando continuidade ao violão, atualmente optou pela Escola de Musica Antonio Adolfo. A partir daí surgiram vários convites e tem se apresentado constantemente. A musica para Germano, é como a Filosofia não tem fim e seu estilo vai do Pop ao Reggae. Atualmente GERMANO ANUNCIAÇÃO, tem cerca de 40 composições registradas e um CD independente com 08 composições escolhidas pelo produtor ROBERTO CORREA (GOLDEN BOYS) e VALDIR DA ANUNCIAÇÃO (GOLDEN BOYS), onde contam com as presenças de: Beto Filho e Diego Saldanha (nova geração Golden Boys), entre outros grandes músicos.


ISABELITA DOS PATINS

O ator Jorge Iglesias, 54 anos, é argentino naturalizado brasileiro e há 31 anos incorpora a drag queen Isabelita dos Patins. A personagem que no início era uma brincadeira de Carnaval conquistou o Brasil em suas aparições em propagandas e novelas da Rede Globo. A Isabelita nasceu sete meses depois de chegar ao Brasil, em fevereiro de 1971. Era Carnaval e não sabia dançar. Via aquela alegria toda, todo mundo animado, queria se destacar também. Como sabia patinar, desde os nove anos de idade, resolveu colocar os patins e se vestir como uma drag. Até então, a Isabelita só aparecia no Carnaval. Numa dessas aparições no Carnaval, um jornalista chegou perto e perguntou de onde ela era. Respondeu que era argentino e então o homem disse: 'Ah, você é a Isabelita dos Patins !'. Naquela época, a primeira dama da Argentina era a Isabelita Peron. Gostou do nome e batizou a personagem assim. Era uma brincadeira que começou a chamar a atenção das pessoas, uma atração, agora vive da personagem. Isabelita dos Patins agora vira uma boneca que é uma maneira de retribuir ao carinho do público e dizer obrigado ao povo brasileiro e à imprensa pelo carinho, ternura e admiração para o ator Jorge Iglesias e o personagem Isabelita dos Patins. São todas artesanais. A roupa é feita de sobras de fantasias que consegue em lojas que vendem produtos de Carnaval e a venda das bonequinhas artesanais fazem muitas crianças felizes, muitas famílias, alguns velhinhos e portadores de HIV, comprando alimentos, roupas, cobertores, remédios, cadeiras de rodas, muletas. Isabelita é uma das fundadoras da FUNJOR e também adotou a Creche Noel Rosa que abriga 250 crianças filhos de mães solteiras. Seu lema é fazer o bem, sem olhar para quem e sente-se feliz em poder ajudar. É um dos instituidores da FUNJOR.


ISIS MULLER SERRA

Advogada, historiadora e agora uma escritora com sucesso nas obras "E por que não contar?" e "Os amantes - Royal Straight Flush".


ITERBIO GALIANO ALDRIGHI

Psicólogo, radialista e jornalista de destaque tem na literatura grandes sucessos como "Olhos do tempo", "Rua do Ouvidor 72 - Machado de Assis e a visita" e mais recentemente "Doidas conversas: João do Rio, o anfitrião de Charles Baudelaire". É conselheiro e um dos instituidores da FUNJOR.


IVONE AMITRANO


Natural do Paraná, veio para o Rio de Janeiro se dedicar ao teatro e terminou por montar um currículo que abrange trabalhos em rádios, jornal, dublagem, cinema e música. Interpretou peças que vão de Moliére até Machado de Assis, passando por clássicos infantis, tais como: ´A Dama e Vagabundo´ e ´Reino do Lugar Dourado´ premiado em festivais. Foi premiada também, no ´Festival de Teatro do Liceu´ em 2001. No trabalho de dublagem empresta sua voz em filmes, desenhos e novelas estrangeiras. Atualmente, está lançando seu primeiro CD que irá apresentar em participação especial com o cantor Paulinho Pereira.


JERRY ADRIANI


Por José Messias (Radialista/Compositor/Produtor Musical)

As forças do Universo sempre conspiram a favor de quem tem um sonho: O nosso Jerry sonhou, quando era Jair Alves de Souza, e realizou a partir do Adriani; Italianíssimo ! Nos anos sessenta, Roberto Carlos e Wanderléa, pediram-me que abrisse as portas do Rio de Janeiro, para esse italiano de São Paulo... Nos anos sessenta, Roberto Carlos e Wanderléa, pediram-me que abrisse as portas do Rio de Janeiro, para esse italiano de São Paulo... Virou um dos pilares da Jovem Guarda. Destacou-se, entre os "Favoritos da nova geração". Certo dia surpreedeu-me na TV Rio; "trouxe um conjunto da Bahia, e gostaria que ele me acompahasse..." Neguei, ou melhor, criei dificuldades; não é fácil, num programa ao vivo, trocar de conjunto; é um tal pluga e despluga que destempera qualquer apresentador... Ele Tanto insistiu que mereceu o sacrifício. Era uma banda baiana chamada "Raulzito e seus panteras". Só pra lembrar; Jerry foi lançado por nós, amparado por Roberto e Wanderléa, e naquele momento, já pagava com a mesma moeda; lançou Raul Seixas, no Rio - seu novo amigo, seu novo parceiro e, com o passar do tempo, inspiração: "Raul Santos Seixas/ Raul ao contrário é Luar/ O pai de todos os malucos..." Versos de "O Cavaleiro das estrelas" - de Jerry para Raulzito. Nos anos sessenta, o inesquecível "Maluco Beleza", já confessava: "Eu nasci há dez mil anos atrás." Agora, Raul é mesmo o Luar, e ele deve estar visitando todas as estrelas - sem convite; exatamente, como entrou no casamento do Jerry; enganando a recepção que não via seu nome na relação de convidados: "vocês não vão achar meu nome, eu sou o padre ! "Coisas de Raul. Assim ele dever ter entrado no céu ! Lembra Guerra Junqueiro: "...Alma de poeta, lunático, mistico, iluminado..." O que é que isso tem a ver com esse projeto? Tudo. Jerry vai além dos limítes de seus contemporâneos do rock e das conações universais; interpreta "Era um garoto, que como eu, amava os Beatles e os Rolling Stones", com a mesma segurança que canta "caruso". E mais; ainda é a melhor marca representativa de Elvis Presley, no Brasil. Some-se a isso - "Forza Sempre" cristalina criação que eterniza a saudade de Renato Russo, e sua Legião... Agora, no alto de sua maturidade (pessoal e profissional), incorpora esta feliz idéia - "O som do barzinho"; projeto cultural que exalta a improtância do encontro, num mundo de tantos desencontros ... Chame sua turma; "Quem canta seus males espanta." "Botica" já foi sinônimo de farmácia - que , no diminutivo é "botiquim". Hoje "Botequim" - o desejável "clima" universal do "Barzinho" ; "remédio" que cura as dores d'Alma!... Jerry é um bom "boticário"; estuda canto, piano, violão, e leva muito a sério sua profissão. Nesse costume nacional, chamado "conversas de botequim", quando o fundo musical é com músicas italianas, adita-se uma vontade incotrolável de cantar, de rir, fazer amigos... O amor e a esperança, são presenças garantidas ! É fantástica essa "coisa" que a gente sente, indicando que a Italia é a mãe, ou (no mínimo), o berço da música. Jerry Adriani, é um de seus melhores intérpretes. "O som do Barzinho", com certeza, tem calor humano. Tem poesia ? Tem sim senhor! Tem romance ? Tem sim senhor. Tem alegria ? Tem sim senhor. E tem rola papo de amigos; Chame os seus amigos ! Ouçam o disco. Cantem e toquem com Jerry - também tem letras cifradas para violão. Liguem "O som do Barzinho", desliguem seus celulares, apertem os cintos, e boa viagem. Vocês merecem este finíssimo roteiro musical. São 15 "escaladas"; não saia de bordo - continue embarcando. Peça mais um drink. Faça mais um brinde, comemore a perfeição do idioma, dominado pelo nosso "Italianíssimo". Quem sabe, sabe... Pegou na veia. Com o meu conhecido espírito crítico, ouvi todas as faixas, na busca das melhores. Não tem ruim - nem mais ou menos... São todas ótimas. Um "Cocktaill" de bom - bons recheados de licores e vindos d'Itália. Esperasse que eu fale, aqui, quantos anos tem o Jair Alves de Souza e o Jerry Adriani!... Não, não faz sentido; o cantor, pra mim, tem idade de seu "Tom" Jerry ainda canta nos seus tons dos anos setenta: Um moço. Entrem no espírito do disco; cantem, batam palmas, para comemorar a vida: Jerry faz " O Som do Barzinho." Resgate a "criança" que existe aí dentro de você, e curta o "Tom - do Jerry" que é conselheiro e um dos instituidores da FUNJOR. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.jerryadriani.com.br Estão no CD "O Som do Barzinho" : 1. La Mia Storia Tra Le Dita /2. Caruso /3. Cose Della Vita / 4. Luna / 5. Pout-Pourri: Roberta - Champagne / 6. Pout-Pourri: All Di La - Il Mondo / 7. Pout-Pourri: Canzone Per Te Io Che Amo Solo Te / 8. Pout-Pourri: Strani Amori- La Solitudine / 9. C 'Era Un Ragazzo Che Come Me / Amava I Beatles E I Rolling Stones / 10. Per Amore / 11. Pot-Pourri: Piove - Nel Blu Dipinto Di Blu (Volare) / 12. Tanto Cara / 13. Dio Come Ti Amo / 14. Io Che Non Vivo (Senza Te) / 15. Pot-Pourri: Zingara - O Sole Mio / 16. Datemi Un Martello.


JOSÉ MESSIAS


José Messias da Cunha, nasceu em Bom Jardim de Minas, Minas Gerais, no dia 07 de outubro de 1928. Filho de tropeiro, sobrinho e neto de regentes de bandas. Começou a trabalhar aos 13 anos de idade, Sr. Geraldo Mello, seu tio e dono da padaria, era músico da banda e fazia parte dos sereisteiros do então arraial de Bom Jardim, conhecido como Arantes - hoje Arantina. Influenciado, já fazia músicas para os blocos carnavalescos. Partiu para Barra Mansa e dali para muitas outras, cidades em diversos empregos e mambembando com os circos pequenos do interior. Parou no Rio de Janeiro, já em 1945, participando do programa "Papel Carbono" e tentando outros a qualquer preço. Em 1948, arranjou um emprego paralelo no comércio. Ainda estudava no Liceu de Artes e Ofícios, conheceu Caubi Peixoto, José Garcia e o redator humorístico da Rede Globo, Roberto Silveira. Foi secretário do cantor e compositor Herivelto Martins. Em 1953 gravou sua primeira música como compositor profissional: "A Dança do Coça Roça", com Heleninha Costa. Não Parou mais de gravar, e continuava secretariando e participando dos shows do Trio de Ouro, com Herivelto Martins. Tinha trânsito livre nos famosos corredores da Rádio Nacional, escrevia para jornais e revistas até que, em 1955, estreou na Rádio Mayrink Veiga como apresentador. Daí foi para a Rádio Mundial, Carioca, Metropolitana, Tupi, Guanabara e Nacional. Paralelamente ao seu trabalho de produtor e apresentador de Rádio seguia como compositor e cantor. Lançou grandes nomes da MPB, principalmente na ´Jovem Guarda´ onde foi um dos principais mentores. Na televisão, trabalhou na TV Tupi, Continental, Rio, Excelsior, depois novamente na Tupi nos programas "Flávio Cavalcanti" e "A Grande Chance". José Messias foi produtor e diretor da Rede Tupi de Televisão, produtor e apresentador da Rádio Tupi de São Paulo e ainda produtor e apresentador da Rádio Nacional e TV Rio - no Rio de Janeiro. É profissional e sócio honorário da SBACEM. Atualmente, continua o seu trabalho de consultoria e produção artística. Faz parte também, do juri do Programa "Raul Gil", com grande sucesso em todo o Brasil, onde criou o famoso "Quadro do Chapéu". José Messias está escrevendo um livro com a sua historia previsto para ser lançado ainda este ano quando completa 50 anos de carreira artística. Este ano lançou pela Warner um CD com uma seleção com 10 clássicos da MPB na voz de grandes intérpretes que estará apresentando na Feira. É conselheiro da FUNJOR. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.josemessias.com.br


JOSÉ RIBAMAR GARCIA

Figura conhecida da literatura piauiense, lançou os livros "Pra onde vão os ciganos?", "Cavaleiros da noite", "Em preto e branco", "Imagens da cidade verde" e "Além das paredes". Figura em dicionários e antologias brasileiras. É advogado pertencente ao Instituto dos Advogados do Brasil.


JOSÉ RICARDO JR.


Desde bem pequeno convive com ambiente musical, pois costumava acompanhar seu pai, o cantor José Ricardo, em apresentações. Na adolescência começou a estudar violão com o grande maestro Antônio Adolfo. Nesta época, montou sua primeira banda de rock onde tocava contra-baixo. Chegou a fazer várias apresentações. Até então, a música era apenas uma paixão e não uma forma de vida, pois seu pai sempre o incentivava a ter uma formação superior. Sendo assim, formou-se em Administração de Empresas e passou por grandes empresas multinacionais, tais como: Brahma e a Arthur Andersen. Entretando, a arte estava no sangue, ou melhor na alma. Com o falecimento de seu pai e com o apoio de vários artistas tais como: Emilinha Borba, Agnaldo Timóteo, Jerry Adiani, Ademilde Fonseca, Wanderléa e Golden Boys que acreditam no seu potencial, resolveu se dedicar integralmente a sua real vocação: a música. No ano de 2000, chamou o seu amigo de adolescência Fernando Velloz, agora já respeitado compositor, para começar a montar seu repertório. Fez a sua primeira apresentação profissional na Rádio Nacional no Programa José Messias, nome presente na história da música brasileira tendo lançado nomes importantes como: Roberto Carlos e Clara Nunes. Sua apresentação fez tanto sucesso que repetiu a participação neste e em outros programas. Seguindo um estilo que podemos chamar de PopRock.Gravou neste ano o seu primeiro CD e convidou a banda Sol de Outono para acompanhá-lo em seus shows. Suas apresentações têm tido excelente retorno de crítica e público. É conselheiro e um dos instituidores da FUNJOR.


LENY BELLO & CONVIDADOS

Pianista e tecladista, com vários cursos de especialização em música, já se apresentou em diversas casas de destaque no cenário cultural brasileiro e acompanhou Elymar Santos, Cláudia Telles, Áurea Martins, Paulo Nunes, Agnaldo Timóteo, Emilinha Borba, Messody Benoliel, Paulo Nunes, entre outros grandes nomes. Estará na feira, lançando novos artistas que apresentarão o seu trabalho no palco e estarão no estande da FUNJOR autografando um CD com compilações das apresentações do projeto ´Canto, Cantoria e outras Artes´ que coordena semanalmente no Antonino Piano Bar e objetiva revelar novos talentos da música. É uma das instituidoras da FUNJOR.


LUCY RIBEIRO

Cantora, produtora e compositora estará apresentando o seu novo CD ´Lucy Ribeiro - E seu forró bem Brasileiro´.


LUIZ J. GINTNER

Bibliófilo, dono de uma das maiores e mais raras bibliotecas do Rio de Janeiro. Sucesso de público com o livro "Em busca de Liliput - Uma visão geral e curiosa dos menores países do mundo".


LUIZ VIEIRA

Luiz Vieira e seu avó Luiz José Vieira de quem Luiz Herdou seu nome artístico. Este foi sua grande referência, seu mestre e sua vida.Luiz Vieira é nordestino por convicção e por sentimento; pernambucano por acaso. É fruto de uma família tradicional do Rio de Janeiro que reside no estado do Rio. Gravou cerca de 30 compactos e apenas 8 LP's, pois sua vida atarefada, faz com que disponha de pouco tempo para estúdios de gravações. É autor de mais de 500 melodias, entre baiões, toadas, sambas e prelúdios, gravadas por mais de 50 dos mais importantes intérpretes brasileiros, desde a velha guarda com Augusto Calheiros, "A Patativa do Norte"; Gilberto Alves e pela média guarda com Dolores Duran, Moacyr Franco, Antonio Marcos, Agnaldo Rayol, Peri Ribeiro, Carlos José, Marlene, Nara Leão, Taiguara, Evinha, Caetano Veloso, Hebe Camargo, Sérgio Reis, Jane e Herondy, Ivan Lins, Fagner, Zizi Possi, Caetano Veloso, Rita Lee e outros. É também um profundo conhecedor de literatura de cordel e folclore. Entre seus muitos sucessos destacam-se os clássicos: "Prelúdio pra Ninar Gente Grande", conhecida por Menino Passarinho, "Paz do Meu Amor" e "Menino de Braçanã" . Não gosta de ser chamado de cantor e sim cantador. A diferença, segundo o dicionarista Aurélio Buarque de Holanda é CANTOR é aquele que canta por profissão e CANTADOR é aquele que canta; poeta capaz de improvisar versos ao som da viola e a rebeca; violeiro é sinônimo de cantador, poeta de literatura de cordel. Todas as manhãs, das 9:00 às 11:00 hs, os cariocas têm o privilégio de ouvir a voz cativante de Luiz Vieira, na Rádio Carioca AM - o programa "Minha Terra, Nossa Gente". Há um quadro interessantíssimo chamado "Gente que Brilha", dedicado a aniversários de cantores e compositores da música popular brasileira, que era apresentado pelo Dr. Paulo Roberto na Nacional. É conselheiro da FUNJOR. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.luizvieira.com.br


MAJÓ

Cantor e compositor de grande sucesso, muitos na voz do seu irmão Agnaldo Timóteo, tais como: ´Tristeza Danada´, ´Coração sem Juízo´ e . Está lançando o CD 'Da água pro vinho' com várias músicas de sua autoria que já estão sendo bem executadas nas rádios brasileiras. O CD que estará apresentando no palco e autografando no estande ainda conta com as participações especiais de Jair Rodrigues, Dominguinhos e Otacílio da Mangueira.


MARCELO MIRANDA

Marcelo Miranda já demonstrava sua aptidão musical, cantando desde os quatro anos de idade. Mais tarde aprendeu a tocar violão e bem cedo participou de festivais e atuou em diversas casas de show do Rio de Janeiro, onde teve a oportunidade de conviver com grandes mestres como: Manoel da Conceição (mão de vaca), Alceu Maia, Rosinha de Valença, Aldir Blanc, Roberto Menescal.... e outros. Realizou temporada na Ilha da Madeira (Portugal), onde trabalhou com músicos europeus e africanos, sendo convidado a dar aulas de violão brasileiro no Conservatório de Música. Participou do primeiro CD do grupo "GINGA PURA", pela gravadora PolyGram (atual Universal). Atuou como instrumentista no espetáculo "Show de Bola" (na Copa do Mundo), que misturava literatura, poesia, humor e música, sob o comando de Luiz Carlos Miele, textos de Armando Nogueira e direção musical de Aécio Flávio. Participou do CD "ELES CANTAM RITA LEE", interpretando a música "ELVIRA PAGÃ". Idealizou e liderou, juntamente com o Jorge Vercilo, o dinâmico Movimento Musical "OUTROSSIM", que reúne solistas, instrumentistas e vocalistas, interagindo no mesmo palco, em inusitado e colorido show. No CD, Marcelo Miranda demonstra todo seu talento e "joga nas onze", assinando a produção, os arranjos, a mixagem, a masterização, a arte da capa e, é claro, o violão e voz, com a participação do Jorge Vercilo interpretando a música "CLARA" e nas parcerias das músicas "DO JEITO QUE FOR" e "ATRÁS DO VÉU".


MÁRCIO GOMES

Um dos grandes artistas brasileiros que lutaram e venceram para fazer chegar ao seu público que cativa há mais de 5 anos na estrada o seu primeiro CD intitulado ´Canção que ficou´. Márcio Gomes, com sua voz personalíssima, elegante intérprete nacional e internacional, carismático que é recebe o carinho e a admiração de quem o ouve cantar, tal sua postura perfeita, presença marcante no palco e timbre de voz excepcional. Estão no CD, ´Paz do Meu Amor´ de Luiz Vieira, ´Somos Iguais´ de Jair Amorim e Evaldo Gouveia, ´Começaria tudo outra vez´ e ´Sangrando´ de Gonzaguinha, ´Castigo´ de Dolores Duran, ´Foi Deus´ de Alberto Janes, entre outros clássicos. Estará se apresentando e autografando o CD na feira. É um dos instituidores da FUNJOR.


MARCIO NASCIMENTO

Lançou este ano com grande sucesso o livro "PRA-9 Rádio Mayrink Veiga - Um lapso na memória do rádio brasileiro", uma dissertação de mestrado em Memória Social que mostra uma revisão bibliográfica de uma das maiores rádios brasileiras. O autor é bacharel em Arquivologia e mestre em Memória Social e Documento. MARCO AURÉLIO Cantor romântico de grande potência vocal, estará apresentando dois CDs recém lançados: ´Tempo de Seresta´ onde interpreta grandes clássicos da música brasileira, com destaque para: ´Sampa´ de Caetano Veloso, ´Abandono´ Ivo Lancelloti, ´Aquarela do Brasil´ de Ary Barroso, ´Aperto de Mão´ gravada por Isaurinha Garcia, ´Rosa´ de Pixinguinha e ´Lua Branca´ de Chiquinha Gonzaga. Apresenta também o CD ´Tempo de Bolero´, em espanhol, com regravações dos grandes sucessos latinos, destacando: ´Quizas Quizas´, ´Solamente una vez´, ´Besame Mucho´, ´Vaya con Dios´, ´Paloma´, ´Adios´, ´Nosoutros´ e ´Munequieta Linda´. Maiores informações podem ser obtidas no site: www.marcocantor.hpg.com.br


MARIA THEREZA PAES DE BARROS


Uma escritora com sucesso nos mais variados gêneros literários tendo lançado: "Destinos cruzados", "O sonho da abelhinha", "Caminhos por onde andei", "Uma janela para as emoções", "Ponto de partida", "Divã de pedra", "Histórias perdidas no tempo", "Ciranda de emoções", "Os roedores travessos", "A aventura da maleta azul", "O anjinho sapeca", "Histórias para gente pequena" e agora em segunda edição "Amor de outono".


MARÍLIA BEVILACQUA

Cantora com discos gravados na Phillips e Continental. Iniciou sua carreira na Jovem Guarda quando tinha 13 anos e realiza shows por todo Brasil. No Rio, tem sempre atuado em várias casas noturnas como Vinícius Piano Bar, Little Club, Antonino, teatro BNDES, Gonzaguinha e João Caetano. Recebeu vários prêmios durante a carreira, inclusive o ´Prêmio Vinícius de Moraes´ como melhor intérprete da noite. Seu repertório é basicamente de MPB, com ingresso também, na música internacional. Acaba de gravar um CD de MPB onde se destacam as músicas: ´Vida em Comum´, ´A força do Canto´, ´Amor de Verão´ e ´Regresso´ que estão sendo bem executadas em várias rádios.


MARLENE

Começou aos 13 anos no programa Hora do Estudante, na Rádio Bandeirantes de São Paulo, e aos 16 estréia como profissional na Rádio Tupi, onde adota o nome artístico Marlene, influenciada pela fama da atriz Marlene Dietrich. Muda-se para o Rio de Janeiro e trabalha no Cassino da Urca, sendo contratada pela Rádio Mayrink Veiga e em seguida pela Rádio Globo. Mas o grande sucesso vem com a sua ida para a poderosa Rádio Nacional, em 1948, que a fez uma verdadeira estrela. Dessa época são as gravações de "Toca, Pedroca" (Pedroca/ Mário Moraes, "Casadinhos" (Luís Bittencourt/ Tuiú), "Candonga" (Felisberto Martins/ Fernando Martins) e "Conceição da Praia" (Aldemar Brandão/ Dilu Melo). Em 1949 Marlene é eleita Rainha do Rádio, título que mantém em 1950 e que gera a eterna disputa entre o seu fã-clube e o da cantora Emilinha Borba. Participou de diversos filmes e peças musicais, excursionou pelo exterior e por todo o Brasil. Em 1959, a convite da cantora francesa Edith Piaf torna-se a primeira brasileira a apresentar-se no Teatro Olympia de Paris. Entre seus maiores sucessos estão "Zé Marmita" (Brasinha/ Luís Antônio), "Lata D'Água", "Sapato de Pobre" (ambos de Luís Antônio/ Jota Júnior), "Qui Nem Jiló" (Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira), "Eva" (Haroldo Lobo/ Milton de Oliveira), "Isso É Lá com Santo Antônio" (Lamartine Babo), "Apito no Samba" (Luís Bandeira/ Luís Antônio), "Mora na Filosofia" (Monsueto/ Arnaldo Passos), "Patinete no Morro" (Luís Antônio), "Sa-sa-ruê" (Marino Pinto/ Ayres da Costa), "Tome Polca" (José Maria de Abreu/ Luiz Peixoto), "É Sempre o Papai" (Miguel Gustavo), "Gente do Morro" (Getúlio Macedo/ Manuel Santana/ Benê Alexandre), "Dona Vera Tricotando" (Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira), "Nasci para Bailar" (Joel Almeida/ Fernando Lobo), "O Lamento da Lavadeira" (Monsueto/ Nilo Chagas/ J. Vieira Filho), "Marlene, Meu Bem" (Mário Lago).


NICETTE BRUNO

Nicete Xavier Miessa, nascida no Rio de Janeiro em 07 de janeiro, é uma das maiores atrizes brasileiras, além de destacada atuação em defesa da classe artística brasileira. Em sua vitoriosa carreira, encenou diversas peças, novelas e miniséries, entre as quais: Aquarela do Brasil, Andando nas nuvens, Labirinto, O amor está no ar , Engraçadinha, A próxima vítima, Incidente em Antares, Mulheres de areia, Perigosas peruas, Rainha da sucata, Bebê a bordo, Selva de pedra - versão 2, Tenda dos milagres, Meu destino é pecar, Louco amor, Sétimo sentido, Como salvar meu casamento, Salário mínimo, Éramos seis, Papai coração, Divinas & maravilhosas, Rosa-dos-ventos, Camomila e bem-me-quer, Selva de Pedra - versão 1, Signo da esperança, A fábrica, O meu pé de laranja lima, A gordinha, Sangue do meu sangue, A muralha, Legião dos esquecidos, Os fantoches, Éramos seis, etc. É conselheira e mentora da FUNJOR.


PAULINHO PEREIRA

Compositor, Cantor e Produtor. Começou sua carreira em 1967 tocando em conjuntos da Jovem Guarda, tendo com destaque: ´Brazilian Bittles´. Acompanhou cantores como Raul Sixas, Jõao Luis, Rossini Pinto, Adriana, José Ricardo, Nélson Gonçalves, etc. Em 1977, gravou um disco pela gravadora Veralex e teve suas composições gravadas por artistas como Alberto Gino, Edson Wander e a banda Rock Revivel, Irá apresentar na Feira o seu atual CD ´Paz´ gravado no início de 2002. É conselheiro e um dos instituidores da FUNJOR.


PAULO SERGIO VALLE


Um dos maiores compositores brasileiros, irmão de Marcos Valle, lançou com sucesso "O ajustador de profecias" e "Pedalando pelo caminho de Santiago de Compostela" em 2ª edição.


ORLEANS MARINHO

Cantor que fará uma participação especial na apresentação do cantor Majó com uma faixa do seu CD de estréia intitulado 'Reprise'.


ROBERTO M. CUPELLO

Escritor, arquiteto e publicitário, um apaixonado pelo surf. Aos 66 anos lança o livro "Aloha - A lenda do surf", uma aula de como viver no mar e nas pranchas vividas por ele até hoje.


ROBERTO CORREA E VALDIR ANUNCIAÇÃO


Membros do quarteto vocal Golden Boys (Roberto,Renato,Ronaldo e Valdir) que começaram a carreira muito jovens, por volta de 1958, como uma espécie de versão brasileira do conjunto americano The Platters. Destacaram-se em apresentações de rádio e televisão, e, inspirados nos quartetos norte-americanos, gravaram vários discos voltados para o público jovem. Os irmãos Roberto, Renato e Ronaldo também atuaram como compositores de músicas de sucesso gravadas por outros artistas, além de serem também produtores. Os Golden Boys foram destaques da Jovem Guarda e excursionaram nos anos 60 por países da América do Sul e gravaram diversos discos. Os maiores sucessos foram reunidos em uma coletânea de dois volumes da série Melhores Momentos. Algumas dessas faixas são "Cabeção" (Roberto Correa/ Silvio Sion), "Alguém na Multidão" (Rossini Pinto) e versões de músicas do Beatles, como "Michelle" e "Ontem" ("Yesterday"). Valdir e Roberto Correa são conselheiros da FUNJOR e estarão apresentando os trabalhos de seu filhos, respectivamente Germano e Beto Filho.


VICTORIA DORA

Terapeuta holística, tem em seu currículo um vasto número de cursos e CDs com meditações, sendo hoje uma das maiores conhecedoras do universo esotérico tendo lançado este ano o livro "Histórias que um anjo me contou".


VIOLETAS NA JANELA

Peça teatral adaptada e dirigida por Guilerme Corrêa e com produção geral de Ana Rosa, mostra com simplicidade as experiências de Patrícia, uma garota que desencarnou aos dezenove anos e acordou em uma Colônia onde a vida continua. Fala de suas descobertas, dúvidas, necessidades, da busca pelo auto-conhecimento, auto-aprimoramento, seus receios, seus afetos, seus amores... Uma Colônia onde há hospitais, escolas, teatros, meios de transporte, bibliotecas, onde a tecnologia avançada convive em harmonia com a natureza, os homens, os animais... Um lugar onde é respeitado o livre arbítrio e a justiça reinante é a do amor. Mas no nosso universo infinito, também existem outros lugares mais e menos felizes. Para qual deles nós iremos após a morte, só depende de nós mesmos, do que e de como estamos fazendo aqui e agora. Maiores informações podem ser obtidas no site: http://www.internet-brasil.com/violetas_na_janela


ZÉDI

Consagrado cantor e compositor paulista, nascido em Mogi Mirim e atualmente radicado no Rio de Janeiro, Zé Di foi campeão pela Escola de Samba Vai Vai do Bexiga (SP), com "Independência ou Morte" e "Passeando pelo Brasil" e pelo Salgueiro (RJ) com "Rei da França na Ilha da Assombração". Seus principais sucessos foram: Samba Sem Viola; Perdoe meu amor; Salgueiro Chorão; Últmo Verão; Meu Recado; Cachorros do Nicolau; Caminhos do Amor; entre outras. Atualmente está em fase final de produção de seu novo CD intitulado "Pagode Impinado". Vencedor dos festivais 1º Festival da Música Sertaneja (66) com "Catira" e do Festival da Agroceres (88) com "Intuição"; 2º lugar do Festival da Música Infantil (67) com "Sonho de Menino", entre outros prêmios. Gravou com vários cantores como: Jair Rodrigues (mais de 10 canções), Wanderley Cardoso, Cauby Peixoto, Noite Ilustrada, Luiz Vieira, Bienvenido Granada, Alaíde Costa, Djalma Pires, Emilinha Borba, Marlene, Leila Silva, Rinaldo Calheiros, Waldick Soriano, José Augusto, Carmem Silva, Poly, Orquestra Sílvio Mazurca, Elza Soares e Sérgio Reis. Acompanhado pelo Chapéu de Palha, respeitado e alegre grupo de "samba-choro" carioca, apresenta seus grandes sucessos e outros sambas excepcionais, como: Graoa Danada, Meia Cuié, Ontem, Perdoe Meu Amor, Samba Sem Viola, Benção Mãe, Não Atire Pedra, Catira, Intuição, Salgueiro Chorão, Rei de França, Meu Recado, Heróis da Liberdade, Independência ou Morte e Último Verão. É um dos instituidores da FUNJOR.