A ideia da instituição surge de uma conversa entre a atriz Nicette Bruno e o engenheiro Luiz Murillo Tobias, no velório da cantora Dircinha Batista. A história de vida da cantora, a relação de sua família com o cantor José Ricardo e o estado de abandono do artista Bob Lester – que, durante o velório, foi se despedir da colega e relatou as dificuldades pelas quais passava com uma idade avançada – foram fundamentais para se pensar a criação de uma instituição que desenvolvesse um trabalho em prol de artistas e tivesse o cunho de preservação cultural.

Em 10 de outubro de 2000, em reunião no Teatro Sidney Domingues – Flamengo (RJ), com a presença de 100 pessoas, é instituída a Fundação que leva o nome do cantor José Ricardo. Uma homenagem ao seu trabalho artístico e social é criada a FUNDAÇÃO SÓCIO-CULTURAL JOSÉ RICARDO. Ele torna-se o patrono da instituição.

Em dezembro de 2011, em Assembléia Geral por uma série de fatores é decidido o início do processo de extinção da Fundação. Em 10 de outubro de 2012 , 8 antigos conselheiros, entre eles Luiz Murillo Tobias e Gerdal dos Santos, decidem que o importante trabalho realizado pela Fundação José Ricardo não poeria ser esquecido e deveria ser continuada alinhada com a modernidade da era digital. Então, no dia em que a Fundação completava 12 anos de instituição, 10 de outubro, é realizada uma reunião e decidida a criação da Associação dos Artistas e Amigos da Arte – Instituto FUNJOR.